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27 de janeiro de 2026

Jesus Cristo Foi Crucificado Numa Cruz ou em um Poste?

 

Uma cruz de Jesus Cristo, uma coroa de espinhos, pregos e um martelo em ambiente arenoso

Em sua dissertação “Crucificação na Antiguidade”, Gunnar Samuelsson não questiona a veracidade histórica dos documentos do Novo Testamento; em vez disso, ele afirma que as gerações posteriores de cristãos interpretaram esses documentos erroneamente. Ele se assemelha aos estudiosos do Novo Testamento que argumentam, por exemplo, que Jesus não nasceu em um estábulo, mas em uma casa judaica, que tipicamente incluía um espaço para os animais sob o mesmo teto.

Quando Lucas diz que "kataluma" estava cheia, a palavra não significa “estalagem”, como tradicionalmente traduzido, mas “quarto de hóspedes”. Como o quarto de hóspedes já estava ocupado, José e sua família receberam espaço na parte da casa onde os animais eram alojados. Essa hipótese pode questionar as imagens do nascimento de Jesus às quais nos acostumamos nos presépios, mas não contesta a historicidade dos relatos dos Evangelhos. Pelo contrário, visa nos ajudar a compreendê-los com mais precisão. 

De forma semelhante, a tese do Dr. Samuelsson é que a terminologia grega usada no Novo Testamento, como "stauros" (cruz) e "stauroo" (crucificar), não nos permite inferir que Jesus foi crucificado em uma cruz, e não em algum outro tipo de estrutura. Esta poderia ter o formato das letras do alfabeto “T”, “X”, “Y” ou “I”. Nada disso põe em dúvida o fato da crucificação de Jesus (entendida como sua fixação em algum tipo de estrutura de madeira até a morte), nem a confiabilidade dos relatos evangélicos sobre sua execução.

Samuelsson está correto ao afirmar que as palavras relevantes possuem uma gama de significados. Contudo, estudos de palavras isoladas do contexto pouco esclarecem o significado de um texto. Por exemplo, imagine que você ouça no noticiário da manhã: “A polícia atirou no suspeito enquanto ele tentava fugir”. Se você fizer um estudo da palavra "atirou", descobrirá que alguém pode ter sido atingido por uma arma de fogo, um arco e flecha, ou até mesmo um estilingue! Mas, quando analisada no contexto da reportagem, não há dúvida de que a palavra significa que o suspeito foi atingido por balas disparadas pelas armas dos policiais. Será, portanto, o contexto que determinará o significado de "stauros" em qualquer caso específico. 

Parte do problema em saber exatamente como Jesus foi crucificado reside no fato de termos pouquíssimas informações preservadas da antiguidade sobre como a crucificação era realizada. De fato, os relatos dos Evangelhos, que são notavelmente reservados em suas descrições do evento, são as descrições mais detalhadas que temos da crucificação no mundo antigo! Mas a descrição de Jesus carregando sua cruz é consistente com a prática romana de obrigar as vítimas a carregarem a trave transversal da cruz até o local da crucificação.

A fixação das mãos e dos pés de Jesus na estrutura de madeira é sugestiva. Em João 21:18-19, o tipo de morte que Pedro sofreria é prefigurado pelas palavras: “Estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”.


¹⁸ Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.

¹⁹ E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me. (João 21:18,19).


O autor pagão do século II, Artemidoro, refere-se de forma semelhante a criminosos sendo “crucificados em um lugar alto e com as mãos estendidas” (Oneirocritica, Página 56 - versão em inglês). As mãos estendidas sugerem naturalmente uma extensão lateral. Artemidoro confirma isso quando afirma posteriormente: “Pois a cruz, como um navio, é feita de madeira e pregos, e o mastro do navio se assemelha a uma cruz.” (Oneirocritica, página 127 - versão em inglês).

A morte prefigurada de Pedro provavelmente é a crucificação, a mesma morte que seu Senhor sofreu. Jesus, portanto, provavelmente foi crucificado de maneira semelhante, com as mãos estendidas, o que descarta uma estrutura em forma de I. A placa com a acusação contra Jesus (um detalhe universalmente reconhecido como fundamento histórico) foi pregada na estrutura acima de sua cabeça, o que descarta estruturas em forma de T, X ou Y. Assim, os detalhes das narrativas da crucificação nos Evangelhos são todos consistentes com a compreensão tradicional de que Jesus foi crucificado em uma estrutura em forma de cruz.

Assim era a compreensão da Igreja primitiva sobre as narrativas da crucificação, como evidenciado pelas primeiras gravuras e pictografias da cruz, que remontam ao primeiro século. A dissertação de Samuelsson concentra-se exclusivamente na filologia e não leva em consideração a arqueologia ou a história da arte.



24 de janeiro de 2026

Os Anjos Podem Ler Nossas Mentes e Manipular o Mundo Material?

Anjo com espada na mão aparecendo no mundo material para pessoas sentadas em ambiente sombrio

Embora não haja evidências bíblicas de que os membros da hoste celestial conheçam a mente ou os pensamentos de uma pessoa da mesma forma que Deus, a questão de se os anjos podem ler nossas mentes não é tão absurda quanto parece. A questão torna-se razoável no contexto de aparições angelicais na mente ou consciência das pessoas por meio de sonhos ou visões. Tais casos, que são obviamente bíblicos, podem ser interpretados como anjos tendo acesso à consciência dos seres humanos. Se eles têm esse acesso, então, por definição, eles têm acesso aos pensamentos já presentes na mente de uma pessoa.

A ausência de qualquer explicação bíblica sobre como os anjos aparecem em sonhos nos deixa apenas com especulações. Por um lado, poderíamos presumir que os anjos têm acesso a informações armazenadas no cérebro ou na consciência de uma pessoa. Não há como demonstrar a validade dessa ideia. Por outro lado, estaríamos na mesma situação se especulássemos que os sonhos nada mais são do que transmissões de informações para a consciência de uma pessoa. Transmissão de informações não é o mesmo que recuperação de informações. Para usar uma ilustração moderna, os anjos podem ser capazes de "escrever" em nosso CD ou DVD, mas não de ler a partir deles. Portanto, é igualmente razoável supor que os anjos não podem ler mentes. Ambas as opções não passam de especulação.

Quando se trata de afetar o mundo material, estamos em terreno mais bíblico. Eles podem assumir a forma material e agir sobre objetos materiais. Os dois anjos que visitaram Ló, por exemplo, foram capazes de cegar os homens de Sodoma. Nenhuma explicação é oferecida sobre como isso foi feito, mas os dois anjos foram a causa desse efeito:


¹⁰ Aqueles homens porém estenderam as suas mãos e fizeram entrar a Ló consigo na casa, e fecharam a porta;

¹¹ E feriram de cegueira os homens que estavam à porta da casa, desde o menor até ao maior, de maneira que se cansaram para achar a porta. (Gênesis 19:10,11).


Um anjo, de alguma forma, libertou Pedro de suas correntes (Atos 12:7), abriu um portão de ferro sem tocá-lo (Atos 12:10) e afligiu Herodes com uma doença (Atos 12:23). Um anjo removeu a pedra do túmulo de Jesus (Mateus 28:2).


⁷ E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro no lado, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias. (Atos 12:7).


¹⁰ E, quando passaram a primeira e segunda guardas, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e logo o anjo se apartou dele. (Atos 12:10).


²³ E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus e, comido de bichos, expirou. (Atos 12:23).


² E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. (Mateus 28:2).


A capacidade dos seres espirituais de assumirem a forma humana, incluindo a corporeidade material, torna-se ainda mais interessante ao considerarmos 2 Coríntios 11:14, onde Paulo escreveu que “Satanás se disfarça/transfigura de anjo de luz”. O verbo traduzido como “disfarça/transfigura” (metaschēmatizō) é traduzido como “mascara” por outros tradutores e estudiosos. Guthrie observa:

O verbo (metaschēmatizō) significa “disfarçar-se” ou “fingir ser o que não se é”, portanto, “mascarar-se”. Na obra pseudoepigráfica Testamento de Jó, Satanás disfarça-se de mendigo (2.4), rei dos persas (4.13) e, mais tarde, de padeiro (5.16), e esse mesmo verbo é utilizado. Diversas tradições judaicas também apresentam Satanás transformando-se em anjo ou anjo de luz para levar vantagem sobre aqueles que tenta. Por exemplo, Paulo pode ter tido conhecimento de uma passagem em A Vida de Adão e Eva.


4 Então Satanás disfarçou-se de mendigo e bateu com força à porta, dizendo ao porteiro: (Testamento de Jó 2:4).


13 Disfarçou-se de rei da Pérsia e sitiou a minha cidade. Depois de levar todos os que nela estavam presos, falou-lhes com malícia, dizendo em tom arrogante: (Testamento de Jó 4:13).


16 Quando Satanás soube disso, disfarçou-se de padeiro, e minha mulher o encontrou por acaso e lhe pediu pão, pensando que se tratava de um padeiro. (Testamento de Jó 5:16).


Existem outros textos do período do Segundo Templo que fornecem algum contexto para as palavras de Paulo. Em A Vida de Adão e Eva 67:8, Adão e Eva viram Satanás (a serpente?) na forma de um anjo:


8 Mas ao subirem do sopé da montanha onde estavam, Satã e suas hostes vieram ao seu encontro na forma de anjos, louvando Deus. (A Vida de Adão e Eva 67:8).


A questão é que o material do Segundo Templo nos mostra que a noção de que seres espirituais podiam mudar de aparência estava viva e bem presente no primeiro século. Alguns podem sugerir que o significado é metafórico, que a “apresentação” de Satanás de si mesmo como algo que ele não é se refere, de forma geral, a mentiras e enganos, e não à aparência visível. Considerada isoladamente, essa perspectiva é possível em 2 Coríntios 11:14, mas alguns dos exemplos citados acima vão além dessa abstração.

É bem possível que Paulo estivesse pensando em manifestações visíveis, além do engano. Essa possibilidade significa que, além de assumir a forma corpórea, os seres espirituais poderiam ser capazes de alterar essa forma — isto é, mudar de aparência pode estar entre suas habilidades.



22 de janeiro de 2026

Notícias: O Paraíso é Real? A Ciência Poderia Revelar Onde Fica o Reino Eterno de Deus

 

O limiar do universo apontando para o paraíso


Onde Fica Exatamente o Paraíso?

Quando nosso filho tinha 4 anos, ele perguntou para mim e para minha esposa: "Vocês podem dirigir até o paraíso?" A ingenuidade das crianças, não é mesmo?

É uma pergunta que só uma criança faria, mas que levanta uma questão muito adulta: onde exatamente fica o paraíso descrito na Bíblia?

Como cientista, compreendo a importância das definições. Segundo a Bíblia, o nível mais baixo do céu é a atmosfera terrestre. O nível intermediário do céu é o espaço sideral. O nível mais elevado do céu é o que estamos discutindo: é onde Deus habita.

Quanto à localização do paraíso, a Bíblia contém muitos versículos que nos descrevem olhando "para cima", para Deus no céu, e Deus olhando "para baixo", para nós na Terra.

Imagine embarcar em um foguete movido a energia nuclear e viajar diretamente "para cima" no espaço profundo. Será que algum dia você chegará a um ponto "alto" o suficiente no espaço para finalmente alcançar o paraíso?

Antes de descartar a ideia com uma risada, considere o seguinte.

Em 1929, o advogado americano que se tornou astrônomo amador, Edwin Hubble, descobriu que as galáxias estão se afastando umas das outras como estilhaços de uma bomba. Hubble também descobriu que existe um padrão definido na forma como as galáxias estão se afastando umas das outras, a saber: quanto mais "alto" no espaço uma galáxia estiver localizada - quanto mais distante estiver da Terra - mais rápido ela se afasta da Terra e de tudo o mais. Isso é chamado de Lei de Hubble.

Mas é aqui que a coisa fica realmente interessante.

Teoricamente, uma galáxia que está a 273 bilhões de trilhões (273.000.000.000.000.000.000.000) de milhas da Terra se moveria a 186.000 milhas por segundo, que é a velocidade da luz. Essa distância, lá no alto do espaço, é chamada de Horizonte Cósmico.

Isso significa que você e eu jamais poderemos alcançar o Horizonte Cósmico - nem mesmo a bordo do foguete mais potente movido a energia nuclear imaginável - porque, como Einstein explicou em sua teoria da relatividade restrita, apenas a luz e certos outros fenômenos não materiais podem viajar na velocidade da luz.

Então, onde fica o paraíso, exatamente? É perfeitamente possível que o paraíso esteja localizado do outro lado do Horizonte Cósmico. Eis o porquê.

Primeiro: De acordo com a cosmologia moderna, existe um universo inteiro além do Horizonte Cósmico. Mas ele permanece permanentemente oculto para nós, pois jamais poderemos alcançá-lo, muito menos ultrapassá-lo.

Segundo: Nossas melhores observações astronômicas - e as teorias da relatividade especial e geral de Einstein - indicam que o tempo para no Horizonte Cósmico. Nessa distância especial, lá no alto, no espaço profundo, profundo, profundo, não existe passado, presente ou futuro. Existe apenas a atemporalidade.

Terceiro: Ao contrário do tempo, porém, o espaço existe no Horizonte Cósmico e além dele. Isso significa que o universo oculto além do Horizonte Cósmico é habitável, embora apenas por luz e entidades semelhantes à luz.

Quarto: De acordo com a cosmologia moderna, o Horizonte Cósmico é revestido pelos objetos celestes mais antigos do universo observável. Isso significa que tudo o que existe além do Horizonte Cósmico é anterior a esses objetos mais antigos… é anterior ao chamado Big Bang… é anterior ao início do universo observável.

Todas essas realidades científicas modernas, entre outras, são a razão pela qual é perfeitamente razoável especular que:

1. O paraíso está, de fato, localizado "lá em cima" - muito acima de nossas cabeças e muito além do universo visível e estrelado - exatamente como indica a Bíblia.

2. O paraíso é inacessível para nós, mortais, enquanto estivermos vivos, exatamente como indica a Bíblia.

3. O paraíso é habitado por seres imateriais e atemporais, exatamente como indica a Bíblia.

4. O paraíso é a morada Daquele que antecede o universo - Aquele que criou o universo - exatamente como indica a Bíblia.


Para mais informações, veja o link original da matéria em inglês.


https://www.foxnews.com/opinion/is-heaven-real-science-may-reveal-where-gods-eternal-kingdom-exists



19 de janeiro de 2026

Notícias: Alerta Emitido - Revelações Sobre Extraterrestres Podem Desencadear Crise Financeira


Rosto de um extraterrestre e um disco codificado foi visto em Crabwood, perto de Winchester, no condado de Hampshire


Uma crise financeira poderia ser desencadeada pelo anúncio da existência de extraterrestres, de acordo com Helen McCaw, ex-especialista em políticas do Banco da Inglaterra.

McCaw disse ao jornal The Times de Londres que políticos e banqueiros não podem se dar ao luxo de descartar a vida extraterrestre e escreveu ao presidente do Banco da Inglaterra, instando-o a organizar um plano de contingência caso a Casa Branca confirme a existência de extraterrestres.


Por que isso importa?

Um estudo de 2021 do Pew Research Center revelou que quase dois terços dos americanos acreditam na existência de vida inteligente além da Terra. Alguns americanos, por sua vez, acreditam que há provas da existência de OVNIs e vida extraterrestre sendo ocultadas do público por governos globais. No entanto, essa crença é compartilhada por uma minoria significativa.

O presidente Donald Trump já indicou que seu governo pode desclassificar algumas informações sobre a natureza da vida extraterrestre. Em 2025, o documentário sobre OVNIs "A Era da Revelação" ganhou destaque na mídia, e seu diretor, Dan Farah, afirmou que Trump poderia revelar a existência de alienígenas.


O que você precisa saber

McCaw foi analista sênior em segurança financeira no Banco da Inglaterra por dez anos, até 2012.

Ela disse ao The Times: "O governo dos Estados Unidos parece estar em meio a um processo de vários anos para desclassificar e divulgar informações sobre a existência de uma inteligência não humana tecnologicamente avançada responsável por Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs)."

"Se o UAP se provar de origem não humana, talvez tenhamos que reconhecer a existência de um poder ou inteligência superior a qualquer governo e com intenções potencialmente desconhecidas. É perfeitamente possível que a liderança governamental e seus bancos centrais não tenham sido devidamente informados sobre o assunto. A divulgação do UAP provavelmente causará choque ontológico e provocará respostas psicológicas com consequências materiais", disse ela.

McCaw afirmou que pode haver volatilidade de preços nos mercados financeiros e um colapso na confiança, além de uma possível corrida a ativos seguros, como o ouro.

Ela também disse ao veículo de comunicação que as autoridades devem estar preparadas para possíveis distúrbios.


O relatório rapidamente causou impacto online.

Mario Nawfal, apresentador de um podcast, disse em uma postagem no X visualizada mais de 100.000 vezes: "ESPERA... O QUÊ?! Um ex-analista de políticas do Banco da Inglaterra está alertando o banco central do Reino Unido para se preparar para uma crise financeira... causada por extraterrestres."


O que as pessoas estão dizendo

Holly Wood, pesquisadora e palestrante, compartilhou o artigo do The Times em uma postagem no X visualizada mais de 100.000 vezes: "E no centro de tudo está minha amiga, Helen McCaw. Ex-analista sênior do Banco da Inglaterra em segurança financeira. Formada em Cambridge. Alguém cujo trabalho era justamente pensar sobre risco em nível estatal, estabilidade e o que leva os sistemas ao colapso. Tenho muito orgulho dela. Ela me inspira constantemente. A questão não é mais "isso é real?", mas sim "o que acontece quando for confirmado?".

A YouTuber Hustle B****, em uma postagem no X compartilhando uma reportagem do The Times, visualizada mais de 100.000 vezes, que dizia em parte: "LEIA ISTO DUAS VEZES - O SISTEMA FINANCEIRO GLOBAL ESTÁ SE PREPARANDO PARA OS EXTRATERRESTRES. Isto não é um meme. Isto não é um blog marginal. Este é um artigo de jornal real relatando que o Banco da Inglaterra foi aconselhado a se preparar para um colapso financeiro caso a existência de extraterrestres seja oficialmente confirmada."


O que acontece a seguir?

O interesse pela ideia de vida inteligente além da Terra continua a crescer. O documentário "A Era da Revelação" teve um impacto significativo online, com o trailer acumulando milhões de visualizações e o documentário provocando um debate sobre extraterrestres.

O filme de ficção científica Disclosure Day, dirigido por Steven Spielberg, também despertou grande interesse, com o trailer rapidamente ultrapassando um milhão de visualizações no X. Disclosure Day tem estreia prevista nos EUA para 12 de junho de 2026.


Para mais informações, veja o link original da matéria em inglês.


https://www.newsweek.com/alien-warning-financial-crisis-bank-of-england-11380816



7 de dezembro de 2025

Notícias: "A Era da Revelação": documentário reacende debate sobre vida alienígena

 

Objeto não identificado alienígena pego em radar de avião militar


O documentário combina imagens de UAPs perseguidos por pilotos e depoimentos de autoridades punidas por desafiar o sigilo governamental

O documentário "A Idade da Revelação", lançado em novembro, trouxe de volta ao centro das discussões globais um tema que parecia adormecido: a existência de vida extraterrestre e possíveis acobertamentos governamentais sobre o assunto.

Com mais de 22 milhões de visualizações do seu trailer desde janeiro, em múltiplas plataformas, o filme representa não apenas um marco de engajamento digital, mas também uma mudança significativa na forma como Hollywood e o público em geral abordam o tema dos fenômenos aéreos não identificados (UAPs, na sigla em inglês).

Restrito por enquanto às telonas, uma estratégia clássica para documentários que querem concorrer ao Oscar, o mesmo não se pode dizer em relação às telinhas, pois as hashtags relacionadas ao documentário invadiram plataformas como X, TikTok e Reddit, sem contar uma frenética celebração pelos ufólogos de plantão.

Em um dos podcasts mais famosos dessa comunidade - o "Down to Earth With Kristian Harloff -, o apresentador credita esse forte “buzz” ao diretor: "Com Dan Farah inserido no círculo de Hollywood e nomes como Spielberg próximos do tema, isso pode abrir uma nova era de produções sobre o fenômeno", afirmou.

Outro ponto importante quando se trata de filmes - a distribuição mundial - foi cuidadosamente planejada. O documentário está sendo simultaneamente disponibilizado em streaming via Amazon Prime Video, por enquanto apenas para compra ou aluguel, mas com alcance para milhões de espectadores curiosos no mundo inteiro.

 

Por que esse documentário é diferente dos demais?

A diferença de “A Era da Revelação” para documentários sensacionalistas com os quais nos deparamos no streaming é o seu peso institucional. No filme de Dan Farah, não são apenas teóricos da conspiração falando, mas há depoimentos de 34 integrantes do governo, Forças Armadas e agências de inteligência dos EUA.

Gravado ao longo de três anos  provavelmente para proteger as fontes e evitar pressões do governo, a obra traz relatos de figuras centrais nas tentativas de aprovação do UAP Disclosure Act, como os senadores Kirsten Gillibrand e Marco Rubio, hoje Secretário de Estado dos EUA, ou seja, chefe da política externa do país.

Logo na abertura do trailer, uma orquestra executa uma música de suspense ao melhor estilo de Hollywood, enquanto um time de pessoas importantes, desde generais até espiões aposentados, apresenta suas credenciais. Ao fundo uma voz declara "Aliens existem e vocês precisam saber disso".

Em um dos pontos altos do vídeo promocional, o ex-oficial Jay Stratton, único indivíduo em todo o Departamento de Defesa que teve papel-chave nos três programas de investigação de UAPs, faz uma declaração que viralizou instantaneamente: "Eu vi, com meus próprios olhos, naves e seres não humanos".

 

"A verdade finalmente chegou, mas será que estamos prontos para encará-la?"

O protagonista do documentário é Luis Elizondo, o ex-diretor do Programa de Identificação de Ameaças Aeroespaciais Avançadas do Pentágono que renunciou em 2017, em protesto contra o sigilo excessivo imposto pelo governo. Ele é o narrador do filme e também seu produtor executivo.

Apesar da roupagem de thriller, não há grandes pirotecnias no roteiro, e a história se desenrola de forma lenta. A ideia de Farah é misturar conceitos extraordinários com ideias que soam verdadeiras para ver se, no final, convence quem não acredita na existência de vida inteligente não humana.

No primeiro dos três atos do documentário, é apresentado o incidente do Tic Tac - um objeto no formato da conhecida bala de hortelã, porém com cerca de 12 m de comprimento - perseguido, e filmado, por pilotos da Marinha americana sobre o Oceano Pacífico no dia 14 de novembro de 2004.

O Ato II mergulha nos bastidores do encobrimento governamental: inúmeras entrevistas com ex-oficiais de inteligência e cientistas revelam décadas de investigações secretas sobre tecnologia não humana mantidas longe dos olhos do público, como o Legacy, um programa secreto de recuperação e engenharia reversa de tecnologia alienígena.

O ato final eleva a pressão por transparência aos corredores do poder. Nesse ponto, senadores, militares e denunciantes juntam suas vozes exigindo uma revelação oficial. No Brasil, o documentário está disponível na Amazon Prime Video - como “A Era do Desacobertamento” -, para aluguel (R$ 107,47) ou compra (R$ 134,35).


Para mais informações, veja o link original da matéria


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/a-era-da-revelacao-documentario-reacende-debate-sobre-vida-alienigena/



27 de novembro de 2025

Notícias: Neurologista Diz Que Viu ET de Varginha em Hospital; Relato Viraliza

 

ET de varginha agachado perto de um muro
ET de Varginha

Declarações do médico Ítalo Denelle Venturelli sobre o ocorrido em 1996 na cidade mineira; "parecia um anjo"

O médico neurologista Ítalo Denelle Venturelli afirma que viu a criatura associado ao caso do “ET de Varginha” dentro de um hospital da cidade, em 1996. Segundo ele, o extraterrestre estava consciente, tranquilo e tinha aparência incomum - “branquinha, calminha, cabecinha em gota, olho lilás”.

Venturelli relatou à CNN Brasil que havia voltado ao hospital para verificar o estado de uma criança chamada Eric, operada por ele mais cedo. Ao chegar ao local, uma funcionária da imprensa perguntou se ele tinha “operado o ET”. Sem entender o que estava acontecendo, o médico achou que ela se referia ao paciente:

“Achei que ela estava falando da criança. Não xinguei não, mas pensei: ‘Isso é jeito de se dirigir a uma pessoa?’”

Dentro do hospital, ele diz ter sido chamado por um colega, que pediu para lhe mostrar algo. Venturelli foi levado a uma área isolada e, atrás de um biombo improvisado, viu o ser.

“Eu olhei e estava lá um bichinho. Parecia de uns sete anos. Branquinho, calminho, cabecinha em gota, o olho também parecia em gota, lilás.”

O neurologista diz que permaneceu apenas dois ou três minutos observando o suposto "ET" - e que ele não estava sofrendo - antes de voltar para checar o estado do paciente operado.

A história do médico repercutiu nas redes sociais após declarações para a sequência do documentário "Moment of Contact", do cineasta James Fox, que deve estrear no Brasil no ano que vem. 


Desaparecimento de Imagens

Após o episódio, Venturelli relata que a situação ganhou proporções inesperadas. "O pessoal querendo a fita. Pagaram um milhão pra fita. 'Cadê a fita?' Eu falei: ‘Não sei’. Eu vi", relata.

Ele afirma ter sido procurado por equipes de imprensa, fãs do caso e até emissoras estrangeiras. “Não mistura uma coisa dessas com dinheiro. Eu não sou rico, mas o que eu ganho aqui eu me viro bem.”

O cineasta responsável pelo filme, postou nas redes sociais, na última quarta-feira (12), em defesa ao médico.


“Parecia um Anjo”

Sobre a impressão que teve da criatura, Venturelli afirmou: “Parecia um anjo, like an angel. Parecia que estava entendendo tudo, muito mais inteligente que eu.”

Ele diz que nunca teve contato posterior, não guardou material e que não possui qualquer gravação: “Eu não tenho nada de especial. Sou uma pessoa comum. Não tenho fita nenhuma. O que eu vi foi branquinho, calminho. É isso que eu sei". 


Tema Voltou a Ser Debatido

O tema "ET de Varginha" voltou a ser debatido em uma audiência pública organizada pelo deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) sobre Ovnis (Objetos Voadores Não Identificados).

Um dos destaques da reunião foi a fala do Vitório Pacaccin, consultor da revista UFO. Segundo o ufólogo, não foi apenas um ser encontrado: “Pelo menos cinco dessas criaturas foram capturadas de forma extremamente sigilosa, contando com apoio das forças militares”.

Para Pacaccin, que também atuou no órgão independente CICOANI (Centro de Investigação Civil de Objetos Aéreos Não Identificados), a cidade de Varginha foi palco da maior história de ufologia do mundo.


Para mais informações, veja o link original da matéria


https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/mg/neurologista-diz-que-viu-et-de-varginha-em-hospital-relato-viraliza/



7 de novembro de 2025

Manifestações Sobrenaturais e Importância Divina do Rio Jordão - e Outros Rios


Manifestações sobrenaturais de uma carruagem de fogo com um ser no comando


O rio Jordão era a "Área 51" do mundo antigo, pois inúmeros eventos sobrenaturais ocorreram em suas águas e margens. Serviu como um antigo portal entre os reinos celestial e terreno e como um local significativo para os Nefilins nas Escrituras.

O nome do rio sugere uma chegada sobrenatural. Jordão ou Yarden, em hebraico, significa "descendente" ou "sua descida". Como observou Orígenes, sua raiz, yarad, é a raiz do nome Jared, que significa "descida". O rio Jordão é um local extremamente significativo em toda a Escritura. A primeira menção ao rio Jordão alude à presença divina:


⁷ E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os perizeus habitavam então na terra.

⁸ E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos.

⁹ Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; e se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda.

¹⁰ E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.

¹¹ Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro. (Gênesis 13:7-11).


Nos dias de Abraão, a planície adjacente ao rio Jordão era comparada ao Jardim do Éden, sinalizando sua conexão divina. Quando o neto de Abraão, Jacó, estava em Betel, a oeste do rio Jordão, ele viu em seu sonho anjos subindo e descendo por uma escada e Deus em pé acima dela (Gênesis 28:12). Nos dias de Moisés, o rio Jordão servia como porta de entrada para a Terra Prometida (que era uma prefiguração do Céu) para os israelitas.

Era a fronteira ocidental do reino do notório governante nefilim Ogue de Basã (Deuteronômio 4:47). O reino de Ogue ficava “a leste do Jordão”, o que o separava da Terra Prometida de uma maneira que era paralela ao banimento de Adão, Eva e Caim, todos os quais se estabeleceram “a leste do Éden” como parte de seus respectivos castigos divinos.

No livro de Josué, quando Israel finalmente ia entrar na Terra Prometida, Deus deu instruções detalhadas a Josué para a travessia do rio Jordão:


⁹ Então disse Josué aos filhos de Israel: Chegai-vos para cá, e ouvi as palavras do Senhor vosso Deus.

¹⁰ Disse mais Josué: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós; e que certamente lançará de diante de vós aos cananeus, e aos heteus, e aos heveus, e aos perizeus, e aos girgaseus, e aos amorreus, e aos jebuseus.

¹¹ Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra passa o Jordão diante de vós.

¹² Tomai, pois, agora doze homens das tribos de Israel, de cada tribo um homem;

¹³ Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas.

¹⁴ E aconteceu que, partindo o povo das suas tendas, para passar o Jordão, levavam os sacerdotes a arca da aliança adiante do povo.

¹⁵ E quando os que levavam a arca, chegaram ao Jordão, e os seus pés se molharam na beira das águas (porque o Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras, todos os dias da ceifa),

¹⁶ Pararam-se as águas, que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adão, que está ao lado de Zaretã; e as que desciam ao mar das campinas, que é o Mar Salgado, foram de todo separadas; então passou o povo em frente de Jericó.

¹⁷ Porém os sacerdotes, que levavam a arca da aliança do Senhor, pararam firmes, em seco, no meio do Jordão, e todo o Israel passou a seco, até que todo o povo acabou de passar o Jordão. (Josué 3:9-17).


Deus (que aqui é intitulado “Senhor de toda a Terra”) dividiu sobrenaturalmente o rio Jordão, criando um caminho divino para os sacerdotes levitas que carregavam a Arca da Aliança, conduzindo a nação através de terra seca até a Terra Prometida. Após a travessia, Josué recebeu instruções para realizar dois rituais - ambos envolvendo 12 pedras. O primeiro era retirar 12 pedras do leito do rio Jordão e erguer um monte nas margens de Gilgal como memorial do grande milagre que Deus realizou ao dividir as águas do Jordão:


¹ Quando toda a nação terminou de atravessar o Jordão, o Senhor disse a Josué:

² "Escolha doze homens dentre o povo, um de cada tribo,

³ e mande que apanhem doze pedras do meio do Jordão, do lugar onde os sacerdotes ficaram parados. Levem-nas com vocês para o local onde forem passar a noite".

⁴ Josué convocou os doze homens que escolhera dentre os israelitas, um de cada tribo,

⁵ e lhes disse: "Passem adiante da arca do Senhor, o seu Deus, até o meio do Jordão. Ponha cada um de vocês uma pedra nos ombros, conforme o número das tribos dos israelitas.

⁶ Elas servirão de sinal para vocês. No futuro, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘Que significam essas pedras? ’,

⁷ respondam que as águas do Jordão foram interrompidas diante da arca da aliança do Senhor. Quando a arca atravessou o Jordão, as águas foram interrompidas. Essas pedras serão um memorial perpétuo para o povo de Israel".

⁸ Os israelitas fizeram como Josué lhes havia ordenado. Apanharam doze pedras do meio do Jordão, conforme o número das tribos de Israel, como o Senhor tinha ordenado a Josué; e as levaram ao acampamento, onde as deixaram. (Josué 4:1-8).


¹⁹ No décimo dia do primeiro mês o povo subiu do Jordão e acampou em Gilgal, na fronteira leste de Jericó.

²⁰ E em Gilgal Josué ergueu as doze pedras tiradas do Jordão. (Josué 4:19,20).


As 12 pedras na margem representavam a bênção e a salvação de Deus para aqueles que creem. 1.500 anos depois, pregando em Bethabara (Betânia), ou a “casa da passagem” - o próprio local onde os israelitas atravessaram o Jordão - João Batista poderia ter feito referência a essas mesmas pedras:


⁵ Então ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judeia, e toda a província adjacente ao Jordão;

⁶ E eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.

⁷ E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?

⁸ Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento;

⁹ E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão. (Mateus 3:5-9).


João Batista, o precursor da Descendência da Mulher, identificou aqueles que eram da descendência de Satanás (os líderes religiosos pecadores da época) e apontou para as pedras que comemoravam a proclamação divina de Deus sobre Sua soberania e salvação. Tudo isso nas margens do Rio Jordão.

O segundo mandamento era pegar 12 pedras e colocá-las no fundo do Rio Jordão. Essas pedras deveriam permanecer no fundo do rio para serem cobertas pelas águas do Jordão assim que os sacerdotes levassem a arca para a margem e a separação sobrenatural cessasse (Josué 4:9).

Essas pedras representavam o julgamento daqueles que rejeitaram o Senhor e a salvação no Messias Prometido. Elas seriam cobertas pelas águas turbulentas do Jordão (era época de cheias naquele período do ano - Josué 3:15).

Às margens do Rio Jordão, Deus instruiu o profeta Elias, que estava fugindo, a descansar e então enviou corvos para lhe entregarem sobrenaturalmente pão e carne:


¹ Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.

² Depois veio a ele a palavra do Senhor, dizendo:

³ Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.

⁴ E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.

⁵ Foi, pois, e fez conforme a palavra do Senhor; porque foi, e habitou junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.

⁶ E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro. (1 Reis 17:1-6).


Elias retornou posteriormente ao rio Jordão para ser transportado literalmente para o Céu por Deus:


⁵ Então os filhos dos profetas que estavam em Jericó se chegaram a Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o Senhor hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? E ele disse: Também eu bem o sei; calai-vos.

⁶ E Elias disse: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou ao Jordão. Mas ele disse: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim ambos foram juntos.

⁷ E foram cinquenta homens dos filhos dos profetas, e pararam defronte deles, de longe: e assim ambos pararam junto ao Jordão.

⁸ Então Elias tomou a sua capa e a dobrou, e feriu as águas, as quais se dividiram para os dois lados; e passaram ambos em seco.

⁹ Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.

¹⁰ E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará.

¹¹ E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. (2 Reis 2:5-11).


Pelo poder divino, Elias e Eliseu atravessaram o rio Jordão em terra seca, pois as águas se abriram sobrenaturalmente mais uma vez para que pudessem passar. Carros e cavalos angelicais levaram Elias ao céu, junto ao rio Jordão, comprovando ainda mais a existência de algum tipo de portal ou passagem divina naquele rio. Após a partida de Elias, Eliseu, que o sucedeu como profeta de Israel, também foi capaz de abrir sobrenaturalmente as águas do Jordão novamente para retornar à Terra Prometida.


¹³ Também levantou a capa de Elias, que dele caíra; e, voltando-se, parou à margem do Jordão.

¹⁴ E tomou a capa de Elias, que dele caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o Senhor Deus de Elias? Quando feriu as águas elas se dividiram de um ao outro lado; e Eliseu passou. (2 Reis 2:13,14).


Quando Naamã, o capitão do exército sírio, buscava uma cura para sua lepra mortal, seus servos hebreus o aconselharam a contatar Eliseu para receber uma cura sobrenatural. O profeta disse a Naamã que se lavasse sete vezes no rio Jordão para ser curado. O capitão sírio, revoltado com as instruções estranhas, sugeriu outros rios nos quais poderia se banhar. Seus servos finalmente o persuadiram a seguir as ordens de Eliseu, e dois milagres logo aconteceram:


¹⁴ Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne de um menino, e ficou purificado.

¹⁵ Então voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva, e chegando, pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que aceites uma bênção do teu servo.

¹⁶ Porém ele disse: Vive o Senhor, em cuja presença estou, que não a aceitarei. E instou com ele para que a aceitasse, mas ele recusou. (2 Reis 5:14-16).


Naamã não só foi curado da lepra, como emergiu do rio Jordão como um verdadeiro crente em Deus. Além de serem locais de milagres do Senhor, os rios eram locais privilegiados para a manifestação angelical na Bíblia. Embora raramente encontremos anjos mencionados perto de montanhas, muitos relatos localizam seres angelicais perto da água, especificamente em rios. O profeta Ezequiel encontrou anjos em um rio:


¹ E aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus.

² No quinto dia do mês, no quinto ano do cativeiro do rei Jeoiaquim,

³ Veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.

⁴ Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo revolvendo-se nela, e um resplendor ao redor, e no meio dela havia uma coisa, como de cor de âmbar, que saía do meio do fogo.

⁵ E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem.

⁶ E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. (Ezequiel 1:1-6).


O profeta testemunhou literalmente a abertura de um portal para o Céu e a descida de quatro seres angelicais à Terra, no rio Quebar. Mais tarde, Ezequiel retornou ao rio Quebar e encontrou Deus.


¹⁵ E fui a Tel-Abibe, aos do cativeiro, que moravam junto ao rio Quebar, e eu morava onde eles moravam; e fiquei ali sete dias, pasmado no meio deles.

¹⁶ E sucedeu que, ao fim de sete dias, veio a palavra do Senhor a mim, dizendo:

¹⁷ Filho do homem: Eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e avisá-los-ás da minha parte. (Ezequiel 3:15-17).


Após ter sido instruído a deitar-se de lado por 430 dias, Ezequiel estava sentado em sua casa, às margens do rio Quebar, quando se deparou novamente com o reino divino:


¹ Sucedeu, pois, no sexto ano, no sexto mês, no quinto dia do mês, estando eu assentado na minha casa, e os anciãos de Judá assentados diante de mim, que ali a mão do Senhor Deus caiu sobre mim.

² E olhei, e eis uma semelhança como o aspecto de fogo; desde o aspecto dos seus lombos, e daí para baixo, era fogo; e dos seus lombos e daí para cima como o aspecto de um resplendor como a cor de âmbar.

³ E estendeu a forma de uma mão, e tomou-me pelos cabelos da minha cabeça; e o Espírito me levantou entre a terra e o céu, e levou-me a Jerusalém em visões de Deus, até à entrada da porta do pátio de dentro, que olha para o norte, onde estava o assento da imagem do ciúmes, que provoca ciúmes.

⁴ E eis que a glória do Deus de Israel estava ali, conforme o aspecto que eu tinha visto no vale. (Ezequiel 8:1-4).


Ezequiel teve mais experiências angelicais e celestiais do que qualquer outro profeta na Bíblia e, não surpreendentemente, a palavra "rio" aparece mais vezes em seu relato incrível do que nos outros livros da Bíblia.

O profeta Daniel recebeu algumas das profecias mais surpreendentes sobre o fim dos tempos de anjos situados perto de um rio:


¹ No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome era chamado Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; e ele entendeu esta palavra, e tinha entendimento da visão.

² Naqueles dias eu, Daniel, estive triste por três semanas.

³ Alimento desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com unguento, até que se cumpriram as três semanas.

⁴ E no dia vinte e quatro do primeiro mês eu estava à borda do grande rio Hidequel;

⁵ E levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho, e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;

⁶ E o seu corpo era como berilo, e o seu rosto parecia um relâmpago, e os seus olhos como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como a voz de uma multidão.

⁷ E só eu, Daniel, tive aquela visão. Os homens que estavam comigo não a viram; contudo caiu sobre eles um grande temor, e fugiram, escondendo-se. (Daniel 10:1-7).


O “grande rio” chamado Hidequel é outro nome para o braço oriental do rio Tigre, que na época de Daniel separava os impérios babilônico e medo-persa. Na Septuaginta, o versículo diz: “No vigésimo quarto dia do primeiro mês, eu estava perto do grande rio, que é o Tigre Eddekel” (Daniel 10:4 LXX). Hidequel era um dos quatro rios originais do Jardim do Éden (Gênesis 2:14). Assim, sem dúvida seria um local adequado para os anjos se manifestarem no reino humano.

Em Daniel 12, o profeta encontra outro par de anjos que aparecem repentinamente em ambos os lados do rio Tigre:


⁵ Então eu, Daniel, olhei, e eis que estavam em pé outros dois, um deste lado, à beira do rio, e o outro do outro lado, à beira do rio.

⁶ E ele disse ao homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio: Quando será o fim destas maravilhas?

⁷ E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, o qual levantou ao céu a sua mão direita e a sua mão esquerda, e jurou por aquele que vive eternamente que isso seria para um tempo, tempos e metade do tempo, e quando tiverem acabado de espalhar o poder do povo santo, todas estas coisas serão cumpridas. (Daniel 12:5-7).


Além dos dois novos anjos que apareceram, Daniel também viu um “homem vestido de linho” sobrenaturalmente em pé sobre as águas do rio Tigre. Esta foi uma manifestação do Senhor Jesus Cristo no Antigo Testamento (pois somente Deus pode jurar em Seu Santo Nome - Hebreus 6:13).

O outro “grande rio” nas Escrituras, o rio Eufrates, é onde quatro anjos apóstatas estão atualmente aprisionados:


¹³ E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,

¹⁴ A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.

¹⁵ E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens. (Apocalipse 9:13-15).


No Novo Testamento, um anjo descia periodicamente ao tanque de Betesda para "agitar as águas" e lhes conferir propriedades sobrenaturais:


¹ Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.

² Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.

³ Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressecados, esperando o movimento da água.

⁴ Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse. (João 5:1-4).


O último capítulo da Bíblia descreve a futura Nova Jerusalém, onde um rio correrá diretamente sob o trono de Jesus Cristo:


¹ E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. (Apocalipse 22:1).


Inúmeras vezes, os rios foram palco de manifestações angelicais e divinas. O lugar preeminente onde o reino celestial se encontrou com o humano foi no Rio Jordão. E seu evento sobrenatural mais famoso foi o batismo do Senhor Jesus Cristo.


¹³ Então veio Jesus da Galileia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.

¹⁴ Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?

¹⁵ Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu.

¹⁶ E, sendo Jesus batizado, subiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.

¹⁷ E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. (Mateus 3:13-17).


Jesus Cristo, Deus encarnado, escolheu ser batizado no rio Jordão. E os céus se abriram para revelar um portal celestial e o Espírito Santo desceu sobre Ele no mesmo local divinamente designado do rio Jordão. Imediatamente após isso, Deus Pai falou do Céu para a Terra para que todos ouvissem, proclamando que Jesus Cristo era o Filho de Deus. O caminho da Terra para o reino divino estava em exibição neste rio místico.

As muitas nações gigantescas dos Nefilins que apareceram após o Dilúvio estabeleceram seus reinos nas proximidades do rio Jordão, sendo a mais poderosa situada em margens. O rio Jordão é o "Roswell, Novo México" da Bíblia em termos da enorme quantidade de encontros sobrenaturais que ocorreram em suas águas ou em suas proximidades. Por que os hebreus chamariam um rio tão conhecido de "Jordão" (lugar onde se desce), se não fosse por uma "descida" muito famosa nesse local...?



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