12 abril, 2025

O Príncipe Deste Mundo


Consideremos, então, as poucas referências que a Bíblia parece oferecer relacionadas a este grande mistério. Entretanto, a revelação a qual iremos referir-nos foi dada para nossa instrução e, como todas as demais passagens das Escrituras, é útil, mesmo que não consigamos captar o segredo nela contido, mas lidemos com ela com reverência e temor.


¹⁶ Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; (2 Timóteo 3:16).


A contemplação de tal tema nos dá alguma ideia da inefável magnitude dos acontecimentos passados e futuros, pelos quais o tempo está limitado, e dos incontáveis milhões de atores neles interessados.

Existem, talvez, duas fontes das quais podemos extrair alguma informação com respeito à condição anterior da terra:

(l) de qualquer passagem que pareça referir-se diretamente a ela;

(2) do relato que nos foi dado dos "tempos da restauração de todas as coisas".


²¹ O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. (Atos 3:21).


Se olharmos de relance os poucos particulares da história de Satanás que nos foram revelados, não deixaremos de observar que, além do atual poder a ele atribuído, o título "Príncipe deste Mundo" é claro e legitimamente mantido por ele; ou, em outras palavras, essa dignidade, com outras prerrogativas reais que lhe pertencem por direito, foi-lhe conferida pelo próprio Deus. Porquanto não existe outra explicação para o fato de o próprio Senhor Jesus ter falado do adversário não apenas por aquele título (João 14:30), mas por ter reconhecido também sua autoridade delegada, não refutando sua reivindicação do controle atual dos reinos e da glória desse mundo (Lucas 4:6-8).


³⁰ Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim; (João 14:30).

⁶ E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. ⁷ Portanto, se tu me adorares, tudo será teu. ⁸ E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás. (Lucas 4:6-8).


Só reconhecendo a legitimidade desta reivindicação é que podemos entender a passagem de Judas, na qual a atitude do arcanjo Miguel para com Satanás é citada como um exemplo do devido respeito à autoridade, mesmo estando ela nas mãos do ímpio.


⁹ Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda. (Judas 1:9).


O significado da palavra "mundo" é de alguma forma ambíguo, porque, no grego, pode limitar-se à nossa terra, e a seus habitantes, como também pode estender-se à totalidade do universo. No caso que se nos apresenta, inclui todas as esferas do nosso sistema solar.

Em um texto de Coríntios, Paulo o nomeia como "deus deste século" (2 Coríntios 4:4). Entretanto, a palavra "século" aqui é outra e deveria ser traduzida por "era". Satanás é realmente o legítimo Príncipe do Mundo, mas somente no abuso do seu poder, cegando os olhos dos homens, ele os induz a adorarem-no como seu deus. No fim da presente era, ele será destituído do seu principado, e a remoção da base do verdadeiro poder fará com que a superestrutura caia imediatamente no chão.


⁴ Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. (2 Coríntios 4:4).


O Deus Deste Século

Contudo, mesmo correndo o risco de interromper o argumento, não podemos deixar de parar por um momento e verificar a solene advertência contida no título "deus deste século". Existe realmente razão para se crer que o Diabo tem recebido muito mais adoração direta e pessoal do que aqueles que não estão acostumados a investigar tais questões possam imaginar. Porém, Paulo faz referência a algo bem mais geral. Suas próprias palavras, em outro lugar, explicarão melhor seu significado:


Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? (Romanos 6:16).


Existem duas leis colocadas diante de nós: a de Deus e a de Satanás. Aquela que guardarmos nos fará escravos ou adoradores de um ou de outro. A profissão de fé, por mais veemente que seja, nada significa no outro mundo. Podemos professar o culto ao Deus Supremo e fazê-lo com diligência no aspecto exterior. Mas, se ao mesmo tempo, obedecemos à lei de Satanás, somos reconhecidos como seus súditos, e a ele sobem nossas orações e louvores.

A lei de Satanás é esta: que busquemos todos os nossos prazeres, coloquemos nossa sincera esperança neste mundo atual, que ele preside, e que usemos nossos melhores esforços em várias ocupações, deleites sensuais e intelectuais e inúmeras formas de matar o tempo por ele providenciadas, cuja finalidade é evitar a fixação dos nossos pensamentos naquela era vindoura, que há de revelá-lo como um cativo algemado em vez de príncipe e deus.

Entretanto, ele é chamado também de "príncipe da potestade do ar" (Efésios 2:2). Este principado parece ser o mesmo dos lugares celestiais, os quais, conforme Paulo nos diz, estão cheios de hostes da impiedade. Não é necessário limitá-los aos 10 mil  quilômetros de atmosfera que se supõe cercar a terra; o reino do ar inclui o imenso espaço no qual os planetas do nosso sistema solar se revolvem.

Qual é, então, a natureza do poder indicado pelos títulos de Satanás? Para entendê-la, precisamos dar uma olhada nas alusões gerais da Escritura com respeito às influências espirituais, pois, embora invisíveis e pouco imaginadas pelos governantes da terra, os poderes espirituais também existem:


Se vires em alguma província opressão do pobre, e violência do direito e da justiça, não te admires de tal procedimento; pois quem está altamente colocado tem superior que o vigia; e há mais altos do que eles. (Eclesiastes 5:8).


Todos foram designados originalmente por Deus a despeito de serem hoje leais a Ele ou não. Posto acima de posto, estes vigilantes permanecem passando, cada um, sua informação a outro superior, até que ela alcance o Altíssimo no cume da pirâmide. Por isso, na primeira visão de Zacarias, os que haviam sido mandados pelo Senhor a rodearem a terra, são vistos entregando seus relatórios ao Anjo do Senhor, o qual apela ao próprio Todo Poderoso.


¹⁰ Então respondeu o homem que estava entre as murtas, e disse: Estes são os que o Senhor tem enviado para percorrerem a terra.

¹¹ E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava entre as murtas, e disseram: Nós já percorremos a terra, e eis que toda a terra está tranquila e quieta.

¹² Então o anjo do Senhor respondeu, e disse: Ó Senhor dos Exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste irado estes setenta anos? (Zacarias 1:10-12).


Por essa razão, lemos sobre tronos, domínios, principados, poderes, anjos e arcanjos. Não precisamos conhecer muito da Escritura para descobrir que grande número desses seres invisíveis que supervisionam os negócios dos homens e seu mundo está em rebelião aberta contra o Todo Poderoso; eles são principados, poderes, governadores do mundo, das trevas, com os quais, segundo Paulo, temos de travar feroz batalha:


¹² Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. (Efésios 6:12)


Todos prestam contas a Satanás, seu príncipe, e este, em seus relatórios ao Altíssimo, faz uso da sua inteligência para acusar a nós e aos nossos irmãos diante de Deus, dia e noite:


¹⁰ E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite. (Apocalipse 12:10).


Se quisermos saber algo sobre a maneira como eles governam, podemos ler a própria estimativa de Deus no Salmo 82. Este curto poema, uma das maiores revelações que temos, levanta a cortina, permitindo um vislumbre momentâneo dos mistérios além da nossa esfera:


¹ Deus está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses.

² Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios? (Selá.)

³ Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado.

⁴ Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.

⁵ Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam.

⁶ Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo.

⁷ Todavia morrereis como homens, e caireis como qualquer dos príncipes.

⁸ Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois tu possuis todas as nações. (Salmos 82:1-8).


Aparentemente, temos dois exemplos de tal Assembleia. No início do Livro de Jó, em que os filhos de Deus, com Satanás entre eles, são vistos apresentando-se diante do Senhor. Em cada um dos casos, o concílio, tanto quanto nos é revelado do seu propósito, relaciona-se com um habitante da terra, e suas decisões foram da maior importância para ele.

O Primeiro Livro dos Reis nos fornece um exemplo de julgamento celestial realizado para determinar o destino de Acabe. Assim como Satanás toma parte na deliberação com respeito a Jó, lemos a respeito da presença de um espírito de mentira que recebe permissão a fim de possuir e inspirar os falsos profetas para a destruição daqueles que neles confiavam.

¹⁹ Então ele disse: Ouve, pois, a palavra do Senhor: Vi ao Senhor assentado sobre o seu trono, e todo o exército do céu estava junto a ele, à sua mão direita e à sua esquerda.
²⁰ E disse o Senhor: Quem induzirá Acabe, para que suba, e caia em Ramote de Gileade? E um dizia desta maneira e outro de outra.
²¹ Então saiu um espírito, e se apresentou diante do Senhor, e disse: Eu o induzirei. E o Senhor lhe disse: Com quê?
²² E disse ele: Eu sairei, e serei um espírito de mentira na boca de todos os seus profetas. E ele disse: Tu o induzirás, e ainda prevalecerás; sai e faze assim.
²³ Agora, pois, eis que o Senhor pôs o espírito de mentira na boca de todos estes teus profetas, e o Senhor falou o mal contra ti. (1 Reis 22:19-23).


Os "deuses" são os anjos - neste caso, naturalmente, anjos caídos - assim chamados como sendo agentes de Deus. Desta forma, nosso Senhor explica: "Se Ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus..." (João 10:35). Uso semelhante da palavra pode ser encontrado no Salmo 97:7, no qual Paulo traduz a expressão "prostrem-se diante Dele todos os deuses" por "todos os anjos de Deus O adorem" (compare também Hebreus 2:5 com Salmos 8:5).

Na acusação que se segue, o estado presente do mundo é descrito com precisão. Quão claramente somos levados a ver que se a mentira, a fraude, a opressão e a violência estão operando, se há multidões que podem dizer "ninguém se importa com minha alma", tudo isso acontece, porque um rebelde está agitando seu cetro de ferro sobre a terra, que geme.

Discernimos, então, uma tremenda revelação do amor de Deus. Ele não lamenta apenas pela raça caída de Adão, a qual oferece lugar de arrependimento, mas mostra graça também aos anjos que pecaram. Recordemos as palavras misteriosas pronunciadas pelo Senhor, logo depois que a voz do céu ressoou pelo templo: 


²⁸ Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.

²⁹ Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou.

³⁰ Respondeu Jesus, e disse: Não veio esta voz por amor de mim, mas por amor de vós.

³¹ Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo. (João 12:28-31).


Parece que o decreto irrevogável, que fixa o destino dos "governadores deste mundo tenebroso" só então fora pronunciado, e os ouvidos do Senhor tiveram, por assim dizer, apanhado o ribombar do fechamento dos portões da misericórdia, que, até aquela ocasião, haviam estado abertos até mesmo para Satanás e as hostes espirituais da impiedade.

Foi, possivelmente, sua hostilidade para com o Filho encarnado de Deus que encheu a medida da iniquidade deles de modo que a parábola dos lavradores maus (Mateus 21:33-44) poderia aplicar-se tanto a eles quanto aos judeus. Ambos se recusaram a oferecer ao grande Criador os frutos da Sua terra que fora entregue aos seus cuidados. Recusaram os apelos cheios de misericórdia, tal como na conclusão do Salmo 82, e, finalmente, ao distinguirem claramente o Filho entrando nos seus domínios, destruíram qualquer esperança que poderia existir quando clamaram:


⁷ Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. (Marcos 12:7).


Deus já havia previsto o fim. Ele declara que Sua admoestação é vã; os rebeldes não ouviram. Apartando-se Dele, perderam a sabedoria e não podem mais entender; tornaram-se míopes segundo a maneira dos homens, se não for em sua própria medida. Só podem mover-se incansavelmente, de um lado para outro, sob as trevas dentro das quais têm vagueado, esforçando-se através de incansável atividade para esquecer a plenitude divina do seu estado anterior.

Terríveis são as consequências da condição dos governadores do mundo para a terra, que geme sob o seu domínio. Todos os seus fundamentos estão abalados, a terra está cheia de abusos e crimes escandalosos, seu clamor sobe ao céu, e uma anarquia de injustiça e opressão está presente. Eles devem, portanto, ser depostos; seu poder deve ser tirado, e uma retribuição terrível deve justificar a justiça Daquele que é Rei de tudo.

Por conseguinte, a sentença que recebem se segue, e seus termos deveriam ter evitado aquela vaga interpretação do Salmo 82 que se tem contentado em identificá-lo como se referindo apenas aos governadores humanos. Tais palavras não são dirigidas àqueles que foram chamados à existência sob condições mortais, mas a seres que, desde as primeiras horas da sua vida, regozijaram-se na imortalidade dos filhos de Deus. Não obstante, por terem pecado e caído do seu primeiro estado, colocam-se também sob a lei do pecado e da morte. À semelhança dos efêmeros filhos de Adão, eles perecerão e cairão como um dos fugazes príncipes da terra.

Esta sentença ainda não foi aplicada; mas acontecerá, aparentemente, quando Satanás for amarrado e lançado por mil anos no abismo, que, segundo a Escritura, é a cadeia dos que morreram perdidos. Assim, ele sofre a primeira morte durante o Milênio e, depois, a segunda, ao ser lançado no lago de fogo e enxofre.

O salmo 82 termina com uma oração. Enquanto contempla os males lançados sobre o mundo pelo seu atual Príncipe, o salmista é movido a ansiar pela vinda do Rei Justo, pela vinda de Cristo para depor os poderes rebeldes, herdar todas as nações e julgar a terra.

É revelado, então, que poderes espirituais e humanos estão interessados na administração da nossa terra, e essas atividades diversas são mencionadas como que resumindo a totalidade do seu governo em um versículo de Isaías, no qual se diz que o Senhor, na Sua vinda, vai destituir e punir dois corpos distintos de governo:

²¹ E será que naquele dia o Senhor castigará os exércitos do alto nas alturas, e os reis da terra sobre a terra. (Isaías 24:21).


Os "exércitos do alto" são claramente identificadas com Satanás e seus anjos, e os "reis da terra", com os poderes mundiais anticristãos; isto é, com os poderes gentílicos da cristandade, porque, depois da rejeição temporária de Israel, o domínio da terra foi formalmente transferido para as mãos dos gentios.

É um fato notável, entretanto, que a presente disposição dos poderes espirituais do mundo pareça estar inteiramente nas mãos de Satanás. Isso é evidente segundo o Salmo 82 e também o versículo 21 de Isaías 24 visto que, em cada passagem, os poderes espirituais são tachados sem qualquer reserva como rebeldes contra Deus.

O décimo capítulo de Daniel fala sobre o príncipe satânico da Pérsia e o príncipe da Grécia, mas o anjo do Senhor que se opõe a eles não usa um título semelhante. Por suas próprias palavras, vemos que seu posto não é permanente; ele é enviado apenas para um propósito especial e se retira quando o realiza, deixando o príncipe da Grécia sem ser atacado.

Quão profundamente significativa, quão digna da nossa mais solene consideração é sua queixa ao dizer que, depois de sua entrada no céu da nossa terra (a expansão), ele encontrou hostilidade ou indiferença de todos os seus principados, com apenas uma solitária exceção!:


²¹ Mas eu te declararei o que está registrado na escritura da verdade; e ninguém há que me anime contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe. (Daniel 10:21).


Da região inteira do amplo império rebelde, surgiu apenas um príncipe de Deus leal para ajudá-lo em seu conflito com as potestades das trevas. Este arcanjo fiel era Miguel; não é difícil também explicar sua presença nas regiões do ar, pois ele é descrito para Daniel como "vosso príncipe" e, logo depois, como "o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo":


¹ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. (Daniel 12:1).


Parece, portanto, que ele é o governador de Israel, e, por isso, quando Deus escolheu um povo sobre a terra para Si mesmo, Ele os tirou da jurisdição de Satanás e designou um dos Seus próprios príncipes para governá-los e protegê-los. Por isso, com feroz inimizade, o Príncipe das Trevas parece ter competido contra Miguel e dirigido pessoalmente seus furiosos ataques sobre o malquisto principado. Uma de suas vitórias é registrada no Livro das Crônicas, no qual somos informados que ele, Satanás, "se levantou contra Israel e incitou a Davi a levantar o censo de Israel":


¹ Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel. (1 Crônicas 21:1).






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