-->
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta serpente. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta serpente. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

23 de setembro de 2023

A Presença e a Influência de Demônios, Poderes e Principados em nossa Era de Apostasia

Demônios conspirando entre si no inferno


No livro “A Falácia Espírita", uma análise profunda da Teosofia Luciferiana, do espiritismo e da espiritualidade da nova era competindo com cristianismo em toda a civilização ocidental, o tradicionalista francês René Guenon explicou como as teorias de William James (1842-1910), o pai da psicologia americana, são exemplos de satanismo inconsciente.

Guenon apontou duas razões:

Em primeiro lugar, a teoria de William James da "experiência religiosa" como manifestação do subconsciente pelo qual o homem se comunica com o divino "por dentro" está a apenas um passo de "tolerar as práticas do espiritismo" (contato com espíritos) com a consequência adicional de conferir aos maus espíritos um "caráter eminentemente religioso".

Em segundo lugar, a noção de que o subconsciente coloca o homem em contato com a Substância Divina "por dentro" coloca Deus...


“... nos estados inferiores do ser, “no inferno”, no sentido literal desta expressão. Esta é então uma doutrina propriamente “infernal”, uma inversão da ordem universal, que é precisamente o que chamamos de “satanismo”. Mas como isso claramente não é intencional, e como aqueles que avançam ou aceitam tais teorias não levam em conta a sua enormidade, trata-se apenas de um satanismo inconsciente.” (Págs. 258-259).


Baseando-se em teorias satanicamente orientadas por William James, o renomado psiquiatra Carl Jung (1875-1961), um homem fortemente demonizado, ensinou que a psique (alma) consiste em dois sistemas principais: um inconsciente pessoal e uma camada mais profunda e significativa, que ele chamou de inconsciente coletivo; o inconsciente coletivo, que Jung identificou como arquétipos. Para Jung, os arquétipos eram inatos, inconscientes e universais.

O sistema de Jung incorpora a teoria materialista da evolução de Darwin, juntamente com as concepções espirituais da evolução, reencarnação, concepções gnósticas da Substância Divina, magia hermética egípcia antiga, e várias outras doutrinas ocultas e tecnologias psicoespirituais de todo o mundo.

Jung mergulhou profundamente no ocultismo. Praticava necromancia e mantinha contato diário com espíritos familiares que chamava de arquétipos por acreditar que eram manifestações de poderes inatos ao seu inconsciente coletivo.

A maior parte da visão psicológica de Jung foi adquirida de seus espíritos familiares, particularmente Filemom e Basílides.

Filemom apareceu para Jung em um corpo humanoide com asas e a cabeça de um touro com chifres. No início, Jung pensou que seus familiares espirituais eram manifestações de sua própria psique, mas no final de sua vida ele percebeu com horror, que Filemom, Basílides e muitas outras entidades espirituais, que eram uma característica comum de sua vida, eram, na verdade, seres hostis altamente inteligentes e independentes da consciência humana.


Falando de Filemom, Jung disse:

"Filemom representava uma força que não era eu mesmo... Conversei com ele, e ele disse coisas que eu não tinha pensado conscientemente. Pois observei claramente, que era ele quem falava, não eu... Psicologicamente, Filemom representava uma visão superior. Ele era uma figura misteriosa para mim. Às vezes ele me parecia bastante real, como se fosse uma personalidade viva. Fui andando para cima e para baixo do jardim com ele, e para mim ele era o que os índios chamam de guru." (Memórias, Sonhos, Reflexões, Carl Jung, p. 183, PsicoHeresia: O Legado de C.G. Jung para a Igreja, Ministérios de Conscientização da Psicoheresia).


Jung usa o nome Abraxas para descrever o pleroma gnóstico impessoal (ou seja, Substância Divina Única, Espírito do Mundo, Brahman, Vazio) a partir do qual a mente e, em seguida, outros poderes mentais supostamente evoluíram. A palavra Abraxas é encontrada em textos gnósticos esotéricos, como o Livro Sagrado do Grande Espírito Invisível e nos Papiros Mágicos Gregos.


A Grande Obra

Em 1916, Jung recebeu revelações de seus espíritos familiares demoníacos durante a escrita automática (quando um espírito maligno usa uma mão humana para escrever) de um tratado gnóstico chamado "Os Sete Sermões aos Mortos". Este texto descreve Abraxas como um deus superior ao Deus vivo, pessoal, uno e combina todos os opostos em um "ser".

Na tradição oculta, a combinação de todos os opostos é a Grande Obra. A Grande Obra é reconhecida por tradições ocultas em todo o mundo, tanto antigas quanto modernas. O demonicamente revelado Sete Sermões aos Mortos é o texto que foi rotulado como um texto central em psicologia profunda.


Alquimia e Oroboros

Subjacente à psicologia transpessoal e profunda gnóstica derivada do demônio de Jung está a tecnologia milenar da alquimia e seu significado mágico: o antigo Princípio Hermético Egípcio da correlação da Substância Divina (Abraxas) com a mente do homem, " o que está acima é como o que está abaixo".

O princípio hermético é simbolizado pelo Oroboros. No pensamento teosófico luciferiano moderno, por exemplo, o Oroboros "acima" (Lúcifer/Abraxas) corresponde a muitos planos e subplanos astrais diferentes, que compreendem as habitações de todas as entidades sobrenaturais,


"... o local dos deuses e demônios, o vazio onde habitam as formas de pensamento, a região habitada por espíritos do ar e outros elementos, e os vários céus e infernos com suas hostes angelicais e demoníacas... Com a ajuda de procedimentos rituais, pessoas treinadas acreditam que podem 'subir nos planos' e experimentar essas regiões com plena consciência." (Além do Corpo: O Duplo Humano e os Planos Astrais, Benjamin Walker, 1974, Págs.. 117-118).


Gênesis 3:5 - Você Pode Ser Como os Deuses

Como um poderoso símbolo oculto, o Oroboros é o poder fervente, criativo e/ou impulso evolutivo ou energia da serpente (Satanás) figurativamente representada como uma serpente ou dragão comendo sua própria cauda.

O corpo da serpente é representado como a Substância Divina, Vazio ou Abismo. Assim, o corpo da serpente com suas supostas múltiplas dimensões e poder de serpente vivificante não apenas alimenta o espírito do mundo ou Abraxas (inconsciente coletivo com seus arquétipos), mas alcança a psique, ou como dizia William James, o "subconsciente" e como dizia Carl Jung, o "inconsciente pessoal", mexendo com a imaginação e conferindo poderes psíquicos e divindade, ou seja: você pode ser como Deus.

O apóstolo Paulo não fala das Substâncias Divinas e dos deuses e demônios, que supostamente habitam ali em seus respectivos céus e infernos, nem do inconsciente coletivo com seus arquétipos. Paulo fala dos anjos caídos, dos seres hostis, das hostes espirituais da maldade (Ef. 6:12) e de seu chefe, o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência (Ef. 2:2).

De acordo com Paulo, anjos caídos e demônios estão dispersos em uma grande multidão por toda a extensão do céu (primeiro céu) que é visível para nós.

Muitos estudiosos dizem que o primeiro céu é onde habita a hoste de anjos caídos e outros espíritos malignos lançados do terceiro céu, que seria onde encontra-se a morada sobrenatural de Deus, Cristo, os santos anjos e os santos). Isso significa que o Abraxas de Jung (inconsciente coletivo com seus arquétipos) seria a extensão do céu debaixo dos céus, que supostamente conecta a mente e o corpo da serpente à mente do homem.

Através dessa conexão, o espírito do homem supostamente ascende sobre os planos astrais, “caminho oculto da vida" ou “caminho mágico ocidental" (evolução espiritual),  através da prática ritual de tecnologias psicoespirituais, ou seja, meditação mindfulness, transe eletrônico, curso alfa, método Silva, canalização, transe iogue, êxtase musical, etc.) para alcançar status divino e ganhar poderes psíquicos.

Como se pode perceber, o apóstolo Paulo nos alertou, que não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. (Ef. 6:12).

Os psicólogos contemporâneos influenciados pelas teorias derivadas do demônio de Jung insistem que o que eles chamam de experiências paranormais (ou seja, comunicações do tabuleiro Ouija, vozes falando na mente, aparições aterrorizantes) são alucinações. Por acreditarem que a consciência do homem de alguma forma se origina dentro do cérebro (uma concepção materialista que rejeita a alma, os anjos, os demônios), as alucinações devem ser causadas pelos poderes da imaginação humana ou representações de interação entre os hemisférios esquerdo e direito do cérebro e/ou pela liberação terapêutica de repressões inconscientes, ainda que seja verdade que essas alucinações possam ter origem na mente humana.


Psicologia, Parapsicologia e Engenharia das Massas

Em "Instituto Tavistock: Engenharia Social das Massas", o jornalista investigativo Daniel Estulin escreve, que as dimensões religiosas e místicas da história de Tavistock são centrais para o estudo dos interesses do governo dos EUA no pós-guerra sobre como a psicologia e a parapsicologia poderiam beneficiar as agências de inteligência:


"Foi Tavistock e a cabala de cientistas os primeiros a trazer os usos potenciais de habilidades paranormais em aplicações militares, assim como os primeiros no desenvolvimento de substâncias químicas, que estimulariam habilidades psíquicas. Essa cabala incluía homens como o Dr. Sidney Gottlieb, chefe da equipe de serviços técnicos da CIA, com conexões sombrias tanto com a Operação Paperclip por um lado, como com o assassinato de Kennedy,  por outro.".

Como explica Peter Levenda em Forças Sinistras, “...rodopiando em torno dos pés e das mãos do assassinato de Kennedy havia uma névoa pegajosa de sectários, bispos errantes, inteligência americana e cientistas nazistas. Todos estavam a um ou dois apertos de mão do suposto assassino de JFK, Lee Harvey Oswald. Eles estavam todos conversando com espíritos, praticando magia ritual, de mãos dadas ao redor da mesa de sessões espíritas ou sacrificando galinhas nos apartamentos de Nova Orleans. E, em alguns casos, eram também membros da elite dominante da América, as famílias mais ricas e mais bem relacionadas do país.”.

"A CIA e os cultos satânicos; a mitologia do final do século XX é surpreendentemente coerente, embora as máscaras mudem de caso para caso, de vítima para suposta vítima. A CIA, claro, existe; seus programas de controle mental, do Blue Bird ao Artichoke e ao MK-ULTRA, são de registro público. A sua história de assassinatos políticos e de derrubada de vários governos estrangeiros também é uma questão de registo. Os cultos satânicos, ou talvez devêssemos qualificar isso e dizer “sociedades secretas ocultas”, também existem e são uma questão de registo público; suas tentativas de contatar espíritos superiores através de rituais arcanos também são bem documentadas e conhecidas.”. 


Psiquiatras e Psicólogos Afirmando a Existência de Espíritos Malignos

Hoje, há um número crescente de psicólogos e psiquiatras que agora rejeitam explicações materialistas. Eles afirmam francamente suas crenças na existência de espíritos malignos e sua capacidade de oprimir e possuir seres humanos.

Apesar do ceticismo esmagador entre os seus colegas, há um número crescente de psicólogos e psiquiatras - antigos céticos quanto à existência de inteligências não físicas independentes - que agora afirmam francamente a sua crença na realidade dos espíritos malignos. Em seu clássico Canalização, Jon Klimo refere-se ao psiquiatra Ralph B. Allison, que diz:

"Passei a acreditar na possibilidade de possessão espiritual... por espíritos demoníacos de reinos satânicos, e essa é uma área, que não me importo de discutir ou fazer parte - é uma possibilidade teórica.” (América, o novo aprendiz de feiticeiro: a ascensão do xamanismo da nova era, pág 161).

Em seus livros best-sellers "The Road Less Traveled" e "People of the Lie", Morgan Scott Peck narra sua odisseia desde a vaga identificação do misticismo budista e islâmico até um assentimento intelectual de "Deus" e "Satanás". Peck se refere a dois casos específicos de exorcismo que o convenceram da realidade da possessão demoníaca.


Declarando que "conheceu pessoalmente Satanás cara a cara", Peck explicou:

“Quando o demoníaco finalmente falou claramente em um caso, apareceu no rosto do paciente uma expressão que só poderia ser descrita como satânica. Foi um sorriso incrivelmente desdenhoso de total malevolência hostil. Passei muitas horas diante de um espelho tentando imitá-lo, sem o menor sucesso. Só vi essa expressão mais uma vez na vida - por alguns segundos fugazes no rosto do outro paciente, no final do período de avaliação. Contudo, quando o demoníaco finalmente se revelou no exorcismo deste outro paciente, foi com uma expressão ainda mais medonha. O paciente de repente parecia uma cobra se contorcendo de grande força, tentando cruelmente morder os membros da equipe.”. (People of the lie, pág. 197).


Mediante o exposto, a podridão demoníaca dentro das classes dominantes, das agências de inteligência, de certas megaigrejas, etc., está rapidamente se infiltrando em igrejas cristãs sem discernimento. O resultado de nossa era de apostasia é a rápida disseminação de ensinamentos demoníacos, ideologias anticristãs, relatos de origem evolutiva anticriação, tecnologias psicoespirituais satânicas, opressão e possessão. O fio condutor dessa escuridão espiritual, que se espalha, é a mente do mesmo anjo caído que tentou Adão e Eva no jardim do Éden com as palavras: "Sereis como Deuses" (Gn 3:5).



14 de julho de 2026

O Sacerdócio do Éden e a Humanidade Primitiva

Imagem de Adão, Eva e a serpente dentro de uma maçã representando a queda da humanidade

A narrativa do Jardim do Éden e os eventos que sucedem a criação humana guardam mistérios textuais complexos que ecoam até a contemporaneidade. O livro de Gênesis apresenta lacunas cronológicas e demográficas que desafiam uma leitura puramente linear e biológica do relato bíblico primordial. Diante dessas frestas literais, estudiosos da antiguidade semítica e teólogos propõem leituras que harmonizam a história sagrada com a realidade exterior.

O ponto de partida dessa análise repousa nas tensões geográficas e demográficas presentes logo nos primeiros capítulos sagrados (Gênesis 4:14). O exílio de Caim para a terra de Node sinaliza um cenário que ultrapassa os limites da primeira família ali descrita. A construção de uma cidade e o pânico de um julgamento popular pressupõem uma densidade populacional preexistente e estruturada.

A harmonia entre os mistérios de Gênesis ganha forma ao observar a distinção textual entre os dois primeiros relatos da criação divina. O capítulo inicial descreve um decreto cósmico amplo voltado para o surgimento da humanidade como espécie biológica (Gênesis 1:27). Esse momento representa o estabelecimento do Homo Sapiens na Terra, dotado de capacidades inerentes para povoar o planeta.


²⁷ E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gênesis 1:27).


Por outro lado, o segundo capítulo de Gênesis direciona o foco para um evento específico, localizado e essencialmente vocacional (Gênesis 2:7-8). Ali, o Criador seleciona ou forma um casal específico e os introduz em um espaço delimitado e sagrado. O Éden opera como uma espécie de embaixada divina na Terra, um ponto de contato espiritual.


⁷ E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

⁸ E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. (Gênesis 2:7,8).


Adão e Eva, sob essa perspectiva integradora, não figuram necessariamente como os primeiros e únicos exemplares genéticos da biologia humana. Eles são os representantes inaugurais de uma linhagem sacerdotal chamados a uma comunhão distinta com a divindade governante (Gênesis 2:15). A criação deles representa o início da história da aliança e da revelação espiritual e moral.


¹⁵ E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. (Gênesis 2:15).


Essa abordagem soluciona de maneira orgânica o clássico dilema a respeito da origem da esposa do primogênito de Adão. Caim não precisou contrair matrimônio com uma irmã ou parente próxima, prática que geraria questionamentos éticos e biológicos tardios (Gênesis 4:17). Ele simplesmente uniu-se a uma mulher pertencente às populações que já habitavam as regiões vizinhas.


¹⁷ E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque; (Gênesis 4:17).


O pavor manifestado pelo jovem exilado ao temer a vingança de terceiros ganha total sentido geográfico dentro dessa interpretação integrada. Os grupos que habitavam fora das fronteiras do Éden constituíam a ameaça real que justificava o sinal de proteção divina (Gênesis 4:15). A terra de Node possuía seus próprios códigos, habitantes, dinâmicas e perigos cotidianos.


¹³ Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada.

¹⁴ Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará.

¹⁵ O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse.

¹⁶ E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden. (Gênesis 4:13-16).


A fundação de uma cidade por Caim também deixa de ser um paradoxo demográfico para se tornar um fato histórico plausível. Uma comunidade urbana exige a cooperação de múltiplos indivíduos e uma divisão clara de funções de trabalho social (Gênesis 4:17). Esse desenvolvimento foi viabilizado pela integração do exilado com as tribos nômades e locais daquela região.

A antropologia moderna e os estudos de genética de populações encontram um terreno de conciliação interpretativa com esse modelo teológico. A ciência demonstra amplamente que a humanidade atual descende de grupos populacionais antigos que coexistiram com outros hominídeos. O texto sagrado, focado na teologia, não ignora a existência dessas comunidades biológicas.

O conflito entre a evolução biológica e a narrativa da criação é atenuado quando compreendemos os limites do texto antigo. Os autores bíblicos não possuíam o interesse e nem a intenção de registrar dados de genética ou antropologia molecular. O propósito do relato de Gênesis é eminentemente teológico, focado na fidelidade, na soberania e no mandato divino.

A introdução da consciência espiritual e da imortalidade condicional ocorre de maneira singular no Jardim do Éden com o casal sacerdotal. Deus insuflou o Seu Espírito e a responsabilidade moral em Adão, separando-o das dinâmicas puramente biológicas do mundo (Gênesis 2:7). O Éden funcionava como o centro de difusão da presença divina para o restante do planeta.

No entanto, o projeto original da embaixada edênica sofreu uma ruptura drástica com a intromissão astuta da antiga serpente (Gênesis 3:1). Esse agente da rebelião cósmica introduziu a semente da desconfiança contra o Criador, distorcendo a palavra divina para induzir a humanidade ao erro. A insurreição do querubim caído visava sabotar o plano de expansão do reino celestial.

As consequências imediatas da queda desarticularam a harmonia perfeita entre o homem, a criação e a própria divindade (Gênesis 3:16-19). O veredito divino sentenciou a serpente à degradação e anunciou a inimizade perpétua entre as linhagens espirituais da Terra (Gênesis 3:15). O solo foi amaldiçoado, e o trabalho e a reprodução passaram a ser marcados pela dor.

A expulsão do Éden selou a perda da imortalidade física condicional proporcionada pelo acesso livre à Árvore da Vida (Gênesis 3:22-24). A partir desse marco, a morte física e a corrupção biológica estenderam seu domínio inexorável sobre toda a raça humana. A herança adâmica tornou-se sinônimo de uma natureza inclinada à autogratificação e distanciada do Criador.

Do Éden até os dias atuais, a intromissão satânica perpetua um impacto devastador na estrutura moral, social e psicológica do mundo globalizado. Os sistemas políticos, econômicos e culturais contemporâneos frequentemente operam sob a lógica da autossuficiência e da rebeldia inauguradas no jardim. As guerras, injustiças e desigualdades refletem o egoísmo estrutural da humanidade caída.

Essa visão integrada reformula a compreensão tradicional sobre a propagação do pecado e as consequências da queda no mundo original. A transgressão no Éden interrompeu o projeto de expansão do governo pacífico da divindade sobre a criação biológica preexistente (Romanos 5:12). O erro do casal arruinou a oportunidade de elevar a humanidade ao estado de imortalidade.


¹² Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. (Romanos 5:12).


A morte espiritual e a separação da presença divina passaram a governar a linhagem adâmica a partir daquela rebelião histórica. O texto de Romanos, ao associar a entrada do pecado a um homem, foca na quebra da aliança sacerdotal inicial (Romanos 5:19). O fracasso de Adão afetou o destino espiritual de toda a criação que dependia de sua missão.


¹⁹ Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. (Romanos 5:19).


A diferenciação linguística no hebraico original corrobora a tese de que há uma distinção entre a espécie e o indivíduo. O termo "Adam" transita entre o significado coletivo da raça humana e o nome próprio do sacerdote do jardim sagrado. Essa flexibilidade gramatical apoia a coexistência de um grupo genérico e de um casal eleito especificamente.

O monogenismo biológico estrito cede espaço a um monogenismo genealógico ou espiritual, onde Adão é o ancestral de todos os crentes. Toda a humanidade atual carrega a herança daquela linhagem eleita, independentemente das dinâmicas evolutivas anteriores do resto do mundo. A história sagrada se entrelaça com a história natural sem anular as descobertas da ciência.

O respeito às normas cultas da hermenêutica exige ponderação, análise gramatical e atenção ao contexto histórico do Antigo Oriente Próximo. Ao alinhar as frestas textuais bíblicas com os dados da antropologia e os efeitos da queda cósmica, constrói-se uma teologia sólida. A verdade bíblica revela-se na soberania sobre toda a criação, que anseia por redenção.



17 de agosto de 2026

Alta Traição: O Custo de Seguir a Jesus

Pessoas seguindo Jesus Cristo subindo ao céu em uma escadaria



A Geopolítica do Invisível: Por Que Decidir-se por Jesus é a Maior Escolha Cósmica da Sua Vida


A maioria das pessoas enxerga o Cristianismo sob uma lente puramente moralista ou individualista: "seja bom, evite o pecado e ganhe o céu". No entanto, as Escrituras revelam que a realidade humana está mergulhada em uma guerra geopolítica cósmica.

A decisão de seguir a Jesus Cristo não é meramente um assentimento intelectual ou uma mudança de hábitos dominicais ou sabatistas. É uma declaração de deserção do império das trevas e um ato de lealdade ao legítimo Rei do Universo.

Para entender a urgência e o peso dessa decisão, precisamos rasgar o véu do materialismo e olhar para a estrutura oculta da realidade através das lentes da alta teologia bíblica.


A Anatomia da Rebelião Cósmica (De Onde Você Está Sendo Resgatado)


A humanidade não está apenas com "problemas de comportamento"; ela nasceu em um território sob ocupação inimiga. A Bíblia detalha uma rebelião em três estágios que fraturou a nossa realidade, e entender isso é o primeiro passo para compreender por que você precisa de Jesus.

  • A Primeira Rebelião (O Éden e a perda do governo): O ser humano foi criado para ser o vice-regente de Deus na Terra, governando ao lado da família celestial de Deus. A serpente (um ser luminoso do conselho divino original) seduziu o homem para que este reivindicasse sua própria autonomia, resultando na perda do acesso à imortalidade e na introdução da morte biológica e espiritual no mundo.

Gênesis 1:26: "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus..."

Gênesis 3:4-5: "Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus..."

Romanos 5:12: "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram."

  • A Segunda Rebelião (Os Vigilantes e a corrupção da carne): Seres da esfera celestial romperam as barreiras dimensionais para se misturarem com a humanidade, tentando corromper a linhagem humana e a ordem criada. O livro extra-bíblico de 1 Enoque (Capítulos 6 a 8) — amplamente conhecido pelos autores do Novo Testamento e citado explicitamente em Judas 1:6 e 2 Pedro 2:4 — detalha que esses seres ensinaram à humanidade artes de guerra, feitiçaria, sedução e astrologia, acelerando a depravação humana e gerando os Nefilim. O homem tornou-se escravo de inclinações violentas e sobrenaturais.

Gênesis 6:2 e 4: "Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram (...) Havia naqueles dias gigantes na terra..."

2 Pedro 2:4: "Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno [Tártaro], os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo..."

Judas 1:6: "E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, ele os reserva em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia."

1 Enoque 7:1-2: "Eles tomaram para si esposas, cada um escolhendo por si mesmo (...) e elas conceberam e geraram grandes gigantes..."

1 Enoque 8:1: "Azazel ensinou aos homens a confecção de espadas, facas, escudos e armaduras, abrindo os seus olhos para os metais e para a maneira de trabalhá-los. Vieram depois os braceletes, os adornos diversos, o uso dos cosméticos, o embelezamento das pálpebras, toda sorte de pedras preciosas e a arte das tintas."

  • A Terceira Rebelião (Babel e o abandono das nações): Na Torre de Babel, a humanidade uniu-se para rejeitar o mandamento de Deus de se espalhar pela Terra. Como julgamento, Deus confundiu as línguas e deserdou as nações, entregando a governança de cada povo a membros menores do Seu conselho celestial (conforme os manuscritos do Mar Morto e a Septuaginta: "segundo o número dos filhos de Deus"). Essas entidades, porém, corromperam-se e exigiram adoração humana, tornando-se os "deuses" das nações antigas. Deus reteve para Si apenas a linhagem de Abraão.

Gênesis 11:4: "E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo topo toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra."

Deuteronômio 32:8-9: "Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando dividia os filhos de Adão uns dos outros, estabeleceu os termos dos povos, conforme o número dos filhos de Deus [filhos de Israel no texto massorético posterior]. Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança."

Deuteronômio 4:19: "E não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, a lua e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus."

Salmo 82:1-2: "Deus assiste na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses. Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios?"


A Ilusão da Autonomia Humana no Sistema Atual


Se você acha que ao não escolher Jesus você é "dono do seu próprio nariz", você está profundamente enganado. Na economia espiritual do universo, não existe o conceito de um ser humano que governa a si mesmo de forma independente.

  • Sob o domínio dos Principados: A Bíblia chama o adversário de "o deus deste século" e "o príncipe das potestades do ar". Sem Cristo, as suas inclinações, filosofias de vida e decisões políticas ou morais são, em última análise, moldadas pela matriz cultural criada por essas inteligências rebeldes.

Efésios 2:2: "Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência."

Efésios 6:12: "Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais."

1 João 5:19: "Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno."

  • A Cegueira Auto-Infligida: Aqueles que rejeitam a verdade não operam em livre-arbítrio pleno; eles estão com o entendimento cegado pelas entidades que governam este sistema decaído, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo.

2 Coríntios 4:4: "Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.

João 8:44: "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade..."

  • A Escravidão pelo Medo da Morte: A humanidade viveu séculos subjugada por essas forças espirituais porque o pecado concedeu a Satanás o "império da morte". Toda a busca humana por poder, fama e dinheiro é uma tentativa desesperada e inconsciente de escapar da insignificância da morte.

Hebreus 2:14-15: "E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.

Colossenses 1:13: "O qual nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor."


A Invasão Territorial de Jesus: O Contra-Ataque Cósmico


Jesus não veio ao mundo apenas para morrer na cruz por crimes individuais; Ele veio para desmantelar o império legal dos deuses caídos e resgatar as nações deserdadas em Babel.

  • A Reconquista Territorial em Cesareia de Filipe: Quando Jesus leva Seus discípulos a Cesareia de Filipe — uma região geograficamente situada na base do Monte Hermon, o local exato onde a tradição antiga de 1 Enoque 6:3 afirma que os Vigilantes caídos desceram — Ele faz uma declaração de guerra. Ele diz que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Sua igreja. Jesus estava no quartel-general espiritual do inimigo dizendo que a Sua Igreja iria invadir e saquear o território das trevas.

Mateus 16:13 e 18: "E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."

1 Enoque 6:3: "Então eles juraram conjuntamente, obrigando-se a maldições que a todos atingiriam. Eram ao todo duzentos os que, nos dias de Jared, haviam descido sobre o cume do monte Hermon. Chamaram-no Hermon porque sobre ele juraram e se comprometeram a maldições comuns."

  • O Desarmamento dos Poderes Invisíveis: Na cruz, Jesus não apenas perdoou seus pecados; Ele realizou um ato de triunfo jurídico cósmico. O texto afirma que Ele despojou os principados e potestades e os expôs publicamente ao desprezo. Ele tirou das mãos dos deuses caídos a única arma legal que eles tinham contra você: a acusação dos seus pecados.

Colossenses 2:14-15: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo."

1 Coríntios 2:8: "A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória."

Apocalipse 12:10: "E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite."

  • A Herança das Nações Recuperada: Ao ressuscitar, Jesus proclama que toda a autoridade Lhe foi dada. As nações que Deus havia deserdado e entregue aos falsos deuses em Babel agora pertencem por direito a Jesus. É por isso que a ordem seguinte é fazer discípulos de todas as nações. O Evangelho é um recrutamento internacional de resgate.

Mateus 28:18-19: "E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;"

Salmo 2:8: "Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os fins da terra por tua possessão."

Apocalipse 11:15: "O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre."


O Custo Teocêntrico da Sua Decisão: Aliança ou Alta Traição


Diante deste panorama cósmico, a sua neutralidade implode. Não existe um espaço neutro entre as linhas de frente dessa batalha. Decidir-se por Jesus é tomar uma posição oficial no tribunal do universo.

  • Transferência Imediata de Jurisdição: Quando você se decide por Cristo, ocorre uma mudança de cidadania e de reino cósmico. Deus nos transporta para o reino do Filho do Seu amor. Você deixa de responder legalmente aos governantes espirituais deste mundo decaído.

Filipenses 3:20: "Mas a nossa nossa cidadania está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo."

Atos 26:18: "Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão dos pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim."

  • Assumindo o Status de Co-herdeiro do Conselho: A salvação bíblica vai além de morar em uma nuvem. O plano original de Deus de ter humanos governando ao Seu lado é restaurado em Cristo. Aqueles que vencem e permanecem fiéis recebem autoridade sobre as nações e o Novo Testamento afirma categoricamente uma realidade espantosa: nós julgaremos os anjos. Nós substituiremos a administração dos seres rebeldes.

1 Coríntios 6:3: "Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?"

Apocalipse 2:26: "E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações."

Apocalipse 3:21: "Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono."

Romanos 8:17: "E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, verdadeiramente herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados."

  • O Veredito da Indecisão: Continuar adiando a decisão por Jesus é o equivalente espiritual a assinar um termo de fidelidade aos deuses que já foram condenados por Deus à destruição eterna. Se você compartilha da rebelião deles, inevitavelmente compartilhará do destino deles.

Salmo 82:6-7: "Disse eu: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo. Todavia morrereis como homens, e caireis como qualquer dos príncipes."

Mateus 25:41: "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."

João 3:36: "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece."


Conclusão: De Que Lado da Linha Você Ficará?


O universo está observando a sua resposta. Este mundo não é uma simulação sem sentido; é o cenário de uma reconquista gloriosa. Jesus Cristo sangrou na cruz para pagar a sua fiança jurídica e quebrar o decreto de escravidão que o prendia às forças espirituais do mal.

A pergunta de Jesus a você hoje não é "você quer ser uma pessoa melhor?". A pergunta é: "A quem você servirá na nova ordem mundial eterna?".

Submeta-se ao Rei dos reis. Abandone os falsos deuses, os anjos caídos, as falsas autonomias e as filosofias ocas deste século. Faça hoje o seu voto de lealdade a Jesus Cristo, o governante legítimo da Terra, e assuma o seu lugar de direito no Conselho de Deus.


16 de novembro de 2023

A Visão de Mundo dos Espíritos Malignos: Revolução, Evolução, Materialismo, Niilismo, Nova Ordem Mundial e Muito Mais...

Satanistas adorando o diabo em uma floresta


Gênese da Revolução do Inferno

Na obra clássica, "Earth's Early Ages" (Eras Mais Primitivas Da Terra), o teólogo inglês G. H. Pember (1837-1910), examina o papel das forças satânicas na primeira destruição da Terra sob o julgamento de Deus; e as compara à explosão do contato aberto com espíritos malignos, magia hermética egípcia antiga, teosofia, budismo, reencarnação, carma, astrologia, a religião misteriosa da Babilônia e curas mesméricas, que varrem a cristandade.

Foi durante a Renascença, que muitos cristãos influentes nos mais altos níveis da igreja e da sociedade retornaram aos ensinamentos da sabedoria oculta, que se originaram nas planícies de Sinar (Babilônia) e depois transmigraram para o antigo Egito com Hermes Trismegisto.

Em sua própria época, Pember observou que as antigas tradições ocultas não eram mais veladas em mistérios, mas corajosamente apresentadas por espíritos malignos, que trabalham através de uma poderosa Irmandade Iluminada como fruto da ciência moderna, especialmente da filosofia evolutiva, que a irmandade afirma ter sido incluída nas instruções dadas:


Nem mesmo ficamos desnorteados com a afirmação de que muitos dos resultados da ciência moderna estavam incluídos na instrução concedida aos iniciados dos mistérios órficos, herméticos, eleusinianos e cabalísticos, e os magos caldeus, sacerdotes egípcios, ocultistas hindus, essênios, terapêuticos, gnósticos e neoplatonistas teúrgicos estavam familiarizados com eles”. (G. H. Pember, Eras Mais Primitivas da Terra, Pág. 392).


Pember sabia que os ensinamentos ocultos são baseados no conhecimento recebido através dos espíritos malignos. Por isso, ele conectava particularmente a filosofia evolucionista ao espiritismo. Esse ensinamento, disse Pember, preparou o mundo para os ensinamentos mais profundos dos espíritos malignos, que trabalham dentro da possuída Irmandade Iluminada:


Todavia - conforme fomos informados por aqueles que dizem ter autoridade para fazer tais afirmações - uma vez que os avanços da ciência moderna e, sobretudo, a expansão da filosofia evolucionária haviam preparado o mundo para um ensinamento mais profundo, os Irmãos decidiram que havia chegado a hora de comunicar-se com tais coisas e influenciar abertamente a religião e filosofia. No entanto, eles ficaram tão eterizados por suas práticas que se tornaram incapazes de suportar o contato com a natureza humana bruta. Ficou sendo assim necessário o uso de intermediários. A primeira pessoa que conhecemos escolhida para este propósito foi Madame Blavatski... (G. H. Pember, Eras Mais Primitivas da Terra, Páginas 394 e 395).


Corinne McLaughlin e Gordon Davidson, os coautores politicamente influentes de (Spiritual Politics: Changing the World from the Inside Out) "Política Espiritual: Mudando o Mundo de dentro para fora", admitem que seu livro é baseado nos ensinamentos da Sabedoria Eterna, preservados pelos ocultistas desde o panteão egípcio (séculos 27 a 30 a.C.) e transmitido ao longo dos tempos aos ocultistas modernos na época da Renascença, do Iluminismo e até o nosso tempo:


Durante séculos, a Sabedoria Eterna no Ocidente foi protegida de um público despreparado, velada nos ensinamentos originais de Hermes Trismegisto, nos símbolos geométricos de Pitágoras, nas fórmulas alquímicas de Paracelso, na diplomacia do Conde St.-Germain e nos escritos de grandes iniciados como Apuleio, Jakob Bohme, John Dee e Francis Bacon. As verdades reveladas foram transmitidas apenas oralmente por professores individuais a discípulos testados ou por certos grupos religiosos e sociedades secretas, como os Cabalistas, Druidas, Essênios, Sufis, Cavaleiros Templários, Rosacruzes, Maçons e outros que cuidadosamente guardaram os ensinamentos através dos séculos. Um estudo destas sociedades secretas revelaria influências poderosas na história das nações. (Spiritual Politics: Changing the World from the Inside Out, Pág. 15 - versão em inglês).


Começando com o trabalho dos espíritos malignos agindo através de Blavatsky, a “sabedoria eterna” conseguiu espalhar-se por toda a Europa, América e desses lugares para o mundo; e fez incursões profundas em todo o corpo da Igreja ao longo dos últimos cem anos. O importante livro de Blavatsky, “A Doutrina Secreta” de 1888 abriu o caminho para tudo isso. 

No nosso tempo, o materialismo evolucionista científico elogiado pelos novos pagãos como ciência empírica, não significa isso. A matéria evolutiva ou animada é uma experiência proporcionada por espíritos malignos a certos homens, como Pierre Teilhard de Chardin.

Em seu comentário - Teilhard de Chardin: Cavalo de Tróia do Vaticano II/Herético Extraordinário” - o Dr. J.P. Hubert conclui que a ciência evolucionária materialista de Teilhard é de origem satânica com base na admissão de Teilhard sobre um encontro místico. Teilhard descreve seu encontro: (Hymn of the Universe - Pierre Teilhard de Chardin - Páginas 55-56-57 – versão em inglês).


O homem estava caminhando no deserto, seguido por seu companheiro, quando a Coisa se lançou sobre ele...

Então, de repente, um sopro de ar escaldante passou por sua testa, rompeu a barreira de suas pálpebras fechadas e penetrou em sua alma. O homem sentiu que estava deixando de ser apenas ele mesmo; um êxtase irresistível tomou conta dele, como se toda a seiva de todas as coisas vivas, fluindo ao mesmo tempo para os limites demasiado estreitos do seu coração, remodelasse poderosamente as fibras debilitadas do seu ser. E, ao mesmo tempo, a angústia de algum perigo sobre-humano o oprimia, uma sensação confusa de que a força que se abateu sobre ele era equívoca, turva, a essência combinada de todo o mal e de toda a bondade.

"Você me chamou: aqui estou. Impulsionado pelo Espírito, longe das rotas de caravanas da humanidade, você ousou aventurar-se no deserto intocado; cansado das abstrações, das atenuações, da vida social mundana, você queria se opor à realidade inteira e indomada.”

“Você precisava de mim para crescer; e eu estava esperando por você para ser santificado.”

"Sempre você, sem saber, me desejou; e sempre eu te atrai para mim.”

"E agora estou estabelecido em você para a vida ou para a morte. Você nunca pode voltar atrás, nunca retornar às gratificações comuns ou à adoração imperturbável. Aquele que uma vez me viu nunca pode me esquecer: ele deve se condenar comigo ou salvar eu com ele mesmo.”

"Você está vindo?"

"Oh você que é divino e poderoso, qual é o seu nome? Fale."


A experiência mística de Teilhard, quando unida à ideologia e ao cientificismo, torna-se uma forma de pensamento mágico que declara que o universo se criou, que o homem é um com o universo, que certos homens “escolhidos” contêm centelhas divinas em seus cérebros e que o homem inventou Deus.

A evolução como narrativa de origem tem sido ensinada pelos anjos caídos e demônios há milhares de anos. Projetada nas mentes dos modernos niilistas revolucionários, que odeiam a Deus, torna-se uma invenção das suas imaginações obscuras, entregue por Deus a mentes depravadas:


Não há Deus nem alma. Portanto, não há necessidade dos adereços da religião tradicional. Com a exclusão do dogma e do credo, a verdade imutável também está morta e enterrada. Não há espaço para leis naturais fixas ou absolutos morais permanentes. (John Dewey - The Unseen Hand, A. Ralph Epperson. Pág. 298, versão em inglês).


Essa invenção da depravação é mais terrível e mais destrutiva do que jamais foi apresentada no curso normal da natureza. Declara que não houve a queda humana, portanto, Lúcifer não é Satanás, mas 'deus' e o libertador dos humanos:


Satanás e sua hoste rebelde, quando o significado da alegoria for explicado, provarão assim ter se recusado a criar o homem físico, apenas para se tornarem os Salvadores e Criadores diretos do Homem divino. (Helena Blavatsky - The Secret Doctrine (A Doutrina Secreta) - Pág. 215, Volume I – Versão em inglês).

É “Satanás o Deus do nosso planeta e o único Deus”, e isso sem qualquer alusão metafórica à sua maldade e depravação. Pois ele é um com o Logos. (Helena Blavatsky - The Secret Doctrine (A Doutrina Secreta) - Pág. 245, Volume II – versão em inglês).


O professor de filosofia israelense Yuval Harari, guru do transumanismo, é um dos principais proselitistas do movimento. Ele acredita que os híbridos IA/humanos irão inevitavelmente assumir o controle – e que aqueles de nós que se recusarem a unir as nossas mentes com esses programas de computadores passarão a ser considerados uma “classe inútil”, ou mesmo, “pessoas inúteis”.

A visão de mundo antiga e moderna dos poderes do mal sempre assume a forma de idolatria, evolução, matéria animada, niilismo e adoração da natureza, ou celebração de coisas criadas como o eu, a matéria, a energia e o movimento, em oposição à adoração ao Criador vivo e pessoal, e que criou tudo. 

A visão de mundo modernizada dos espíritos malignos é abrangente. Diz que a vida surgiu de substâncias químicas e que o homem não foi criado à imagem espiritual de Deus, o Pai, mas é antes de tudo um exemplo da evolução, sem alma e sem mente. Diz que não existe realidade, nem caminho certo ou errado, nem pecado, nem inferno, nem almas, nem Julgamento Divino.

Nos nossos tempos, o credo da evolução e da matéria animada está substituindo a Palavra viva de Deus e o relato bíblico de Gênesis na consciência de um vasto número de homens e mulheres cientificamente obscuros - dentro e fora da Igreja Cristã.


Niilismo: Negação da Realidade dos Espíritos Malignos

Os niilistas pagãos revolucionários reivindicam a neutralidade científica como uma suposição operacional geral. Duas aplicações do pensamento modernista evidenciam isso: o darwinismo, uma exegese invertida que desconstrói e reduz o homem à imagem espiritual da Trindade a um macaco evoluído, e em segundo lugar, o desconstrucionismo. Junto com a evolução, o desconstrucionismo é uma forma de niilismo que por mais de oitenta anos tem se espalhado e contaminado nossas instituições de sustentação moral e cultural, desde seminários e estudos bíblicos até a academia, direito, mídia, artes e política; portanto, atingindo nossas mentes individualmente e coletivamente. 

A origem do princípio da neutralidade é o Jardim do Éden. Seu pai é o Maligno, que tentou Eva ao abordar a questão sobre comer da árvore proibida de uma forma neutra e imparcial. O Maligno sugeriu maliciosamente, que ela adotasse uma posição neutra para decidir quem estava certo: Deus ou a Serpente. Tal como os niilistas pagãos da nossa época, Eva duvidou e, portanto, rejeitou a Palavra de Deus como oficial e conclusiva. Como uma verdadeira neutralista, ela determinou por si mesma qual escolha tomar. (Gênesis 3:4-6).


⁴ Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.

⁵ Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.

⁶ E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.


Nova Ordem Mundial: Plano Antigo da Atlântida

No livro “Nova Ordem Mundial: O Antigo Plano das Sociedades Secretas”, William T. Still revela um plano antigo que esteve escondido durante séculos nas profundezas das sociedades secretas. O Plano teve origem na Atlântida pré-diluviana e foi concebido para colocar toda a humanidade sob um único governo mundial – uma Nova Ordem Mundial:


Logo na introdução, o autor diz:


Esse plano é tão antigo que seu resultado é até mencionado na Bíblia - o governo do Anticristo mencionado no Apocalipse de São João, o Divino.


O autor, ainda cita o maçom luciferiano Manly Palmer Hall > a informação no link está em inglês), que afirma o seguinte:


As sociedades secretas existiram na maioria, senão em todas as nações ao longo da história. Manly P. Hall afirmou que uma sociedade supersecreta superior à ordem maçônica era a espinha dorsal não apenas das antigas civilizações da Grécia e mais tarde de Roma, mas também das civilizações do Islã e dos impérios mongóis. Hall chama esse grupo supersecreto de “ordem dos Iluminados”, “Ordem da Busca” ou “Ordem dos Antigos Filósofos”.


A iluminação é a inspiração mística do reino demoníaco invocado através da realização de rituais ocultos. Entre os rituais ocultistas há, por exemplo, o sacrifício humano ritualístico, o uso de substâncias como DMT, cacto peiote, LSD e Yoga Tântrico Kundalini.

O popular Yoga Tântrico Kundalini é baseado no sistema de chakra ocultista que ensina que a energia evolutiva universal (Kundalini Shakti, o Poder Supremo; poder da serpente) está enrolada na base da coluna vertebral e flui através dos seres humanos e de toda a criação, unindo tudo acima e tudo abaixo, reconhecendo assim a divindade em todas as coisas e em certas pessoas. Através da Yoga extenuante e outras técnicas ocultas descritas em textos antigos e modernos, a Kundalini Shakti desenrola-se e sobe através de sete “chakras” ou centros de poder dentro do corpo humano.

Durante a chamada excitação da kundalini, que pode durar meses ou até anos, a insanidade prolongada e a demonização devem ser suportadas. De acordo com as próprias palavras do poderoso iogue Swami Muktananda Paramahamsa > (a informação no link está em inglês), podemos concluir o que ele mesmo diz:


Depois de um tempo, minha respiração mudou, ficando perturbada. Às vezes, meu abdômen inchava com o ar, depois disso eu o expirava com muita força. Muitas vezes a respiração que eu inspirava ficava presa dentro de mim. Fiquei cada vez mais assustado. Fui para fora, cheio de confusão e angústia. Meu corpo começou a se mover e continuou assim de uma forma confusa. Fiquei cada vez mais assustado. Meus pensamentos ficaram confusos, sem sentido. Meus membros e corpo ficaram cada vez mais quentes. Minha cabeça estava pesada e todos os meus poros começaram a doer. Quando expirei, minha respiração parou do lado de fora. Quando respirei, ela parou lá dentro. Isso foi terrivelmente doloroso e perdi a coragem. Algo me disse que eu morreria a qualquer momento. Eu queria fugir, mas minhas pernas estavam firmemente travadas na postura de lótus. Então... uma esfera parecida com uma lua, com cerca de um metro e meio de diâmetro, surgiu flutuando. Ela parou na minha frente. Essa bola branca e radiante atingiu meus olhos e depois passou dentro de mim. Estou escrevendo isso exatamente como vi. Não é um sonho ou uma alegoria, mas uma cena que realmente aconteceu – aquela esfera desceu do céu e entrou em mim. Um segundo depois, a luz brilhante penetrou em meu nadi. Minha língua se enrolou contra o palato e meus olhos se fecharam. Vi uma luz ofuscante na minha testa e fiquei apavorado. Eu ainda estava preso na postura de lótus e então minha cabeça foi forçada para baixo e colada no chão. Comecei a emitir um som semelhante ao de um camelo, que alternava com o rugido de um tigre. Às vezes eu pulava como um sapo e às vezes meus membros tremiam violentamente como se fossem sacudidos por uma divindade. E era isso que realmente estava acontecendo; uma grande divindade na forma de meu Guru se espalhou por mim como Chiti e estava me sacudindo com sua Shakti interior. Mais tarde, porém, aprendi que isso era um processo de hatha yoga efetuado pela deusa Kundalini para que Ela subisse pela coluna vertebral até o sahasrara (centro psíquico superior). Às vezes, enquanto meu pescoço girava, meu queixo ficava fixo na incisura jugular abaixo da garganta. Esta é uma contração ou bloqueio divino do hatha yogue, chamada jalandhara bandha. À medida que esse bandha acontecia, havia outro movimento abaixo – meu ânus era automaticamente puxado para dentro e depois liberado. (Play of consciousness: a spiritual autobiography, Swami Muktananda, Páginas 84-85-86-94-101).


Com a prática contínua, a rendição e a preparação, um dia a corrente kundalini (possessão demoníaca) atinge a tensão máxima e não haverá mais ninguém em "casa", exceto um espírito profano - a fonte da iluminação demoníaca - residindo na casca vazia de um corpo; como podemos ver no relato abaixo:


O momento da transferência de poder havia chegado... Muktananda (adepto de Bhagavan Nityananda > a informação no link está em inglês) estava prestes a fazer a jornada atemporal… do poder iogue (Siddha), mas isso exigia o poder catalítico do seu mestre guru, Bhagavan Nityananda, que era um deus para Muktananda, portanto, digno de adoração como uma deidade suprema. A viagem da consciência, valorizada pelos antigos, dividiria Muktananda em fragmentos... Às vezes seu corpo se contorcia como uma cobra, enquanto um som sibilante vinha de dentro dele. Finalmente, aconteceu – a explosão, o ponto sem retorno onde Muktananda como indivíduo seria destruído. Superconsciências assumiriam o controle dele e sua consciência seria expulsa para níveis cada vez mais remotos. No lugar da primeira pessoa estava o vazio ambulante, o não-eu, a concha oca preenchida com a alma do universo. (Riders of the Cosmic Circuit, Tal Brooke).


De acordo com Manly P. Hall, a Irmandade Iluminada é uma raça separada nascida de um segundo nascimento:


Através desse segundo nascimento, o homem nasce, através da inteligência iluminada, de uma nação e de uma raça, para uma nação internacional e uma raça internacional. É essa raça maior e futura que algum dia herdará a Terra. Mas a menos que um homem renasça pela iluminação, ele não fará parte do império filosófico. (The Secret destiny of America - Manly P. Hall).


O império filosófico, ou Nova Ordem Mundial, disse Manly P. Hall, originou-se na Atlântida pré-diluviana. Foram os Atlantes que conceberam um Grande Plano que guiaria os acontecimentos mundiais durante os milênios vindouros e incluiria um misterioso projeto para o que mais tarde se tornaria a América.


O tempo revelará que o continente hoje conhecido como América foi realmente descoberto e, em grau considerável, explorado mais de mil anos antes do início da Era Cristã. A verdadeira história estava sob a guarda das Escolas de Mistérios, e passou delas para as Sociedades Secretas do mundo medieval. As Ordens Esotéricas da Europa, Ásia e Oriente Próximo mantinham comunicação pelo menos irregular com os sacerdócios das nações ameríndias mais avançadas. Os planos para o desenvolvimento do Hemisfério Ocidental foram formulados em Alexandria, Meca, Deli e Lhasa, muito antes de a maioria dos estadistas europeus terem conhecimento do grande programa Utópico. (Manly P. Hall, America's Assignment with Destiny, (1951) – Pág. 50 – versão em inglês).


A Grande Reinicialização: Precursora da Nova Ordem Mundial

Os espíritos malignos forneceram aos revolucionários sem Deus um sistema religioso ideológico evolucionário e uma Irmandade Iluminada para facilitar a maligna Nova Ordem Mundial, que eles desejam. Mas para que possa emergir, Satanás exige a destruição de tudo o que existe e o assassinato de todos os reacionários; assim, os ainda remanescentes da cultura cristã, e todos aqueles que a defendem, devem ser completamente destruídos.


A Grande Reinicialização

A Grande Reinicialização, que o ocidente e grande parte do mundo estão passando, é a parte destrutiva do Plano, que está sendo facilitado pela Irmandade Iluminada através dos transumanistas globais ocidentais, pelas classes governantes ocidentais e pelos seus seguidores.

Das cinzas do ocidente e das civilizações mundiais surgirá a prometida Nova Ordem Mundial, mas os seus verdadeiros arquitetos são Abadom (Apoliom), o anjo destruidor do abismo citado em Apocalipse 9:11, e Ba'al/Belzebul, o príncipe dos demônios. Esses dois anjos malignos de alto escalão, juntamente com as suas legiões de espíritos malignos, possuem e dirigem a Irmandade Iluminada, e dominam e controlam as mentes demonicamente obscurecidas dos gestores da classe governante mundial e dos seus inúmeros seguidores.


Como Foi nos Dias de Noé e de Ló

Concluindo, a maligna Nova Ordem Mundial está destinada a ser um inferno na terra, sob o controle completo do Anticristo e dos espíritos malignos. Assim, será como foi nos dias de Noé e de Ló, e isso precipitará a segunda vinda de Cristo (Apocalipse 16:10-11):


¹⁰ E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e eles mordiam as suas línguas de dor.

¹¹ E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram do Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.



EM DESTAQUE

O Apocalipse de Silício: A Internet é a Marca da Besta?

Nota do Autor : O ensaio a seguir abdica deliberadamente das leituras teológicas convencionais e das narrativas institucionais oficiais. Tr...

Dossiês De Alta Relevância Mais Visualizados