10 dezembro, 2023

O Globalismo e o Futuro Ditador Mundial: Reformulando os Governos das Nações – Parte 1

 


Ao longo de aproximadamente 6.000 anos, Satanás ansiou por alcançar e cumprir o seu tríplice propósito original: tornar-se Deus, governar a terra e ser adorado por todos os seres humanos. No entanto, para que isso se torne realidade, é necessária uma transformação radical no mundo. Satanás deverá remodelá-lo e recriá-lo à sua própria imagem. Isso requer quatro elementos essenciais na sua estratégia:


  1. Reformar e realinhar os governos das nações
  2. Manipular a humanidade enganando corações e mentes
  3. Preparar e posicionar o Homem do Pecado
  4. Eliminar a influência da Igreja


Cada um desses quatro pilares proféticos, provavelmente, devem partir de uma crise mundial. Vamos explorar o que as Escrituras revelam sobre como cada um deles será realizado e quais sinais atuais sugerem que eles estão em processo de formação.


1 - Reformar e Realinhar os Governos das Nações

Daniel 2 e 7 descrevem um renascimento do Império Romano (também refletido em Apocalipse 13 e 17). Essa coalizão de 10 líderes provavelmente será uma representação das nações mais influentes nos últimos dias. Lembre-se de que reinos e nações podem ser paralisados em questão de semanas ou meses devido à guerra, ao colapso econômico, à invasão militar ou ao julgamento divino.

As Escrituras não especificam a identidade desses 10 líderes, ou a natureza de seus reinos. Presumivelmente, eles incluirão nações existentes, alianças de governos conglomerados pré-existentes ou mesmo novas alianças multinacionais. Um líder pode representar várias nações. É até possível que a atual União Europeia possa ser representada como um reino com um único presidente. Novamente, as Escrituras não fornecem detalhes específicos sobre essa questão.

Cada uma dessas futuras nações poderia englobar vários países e regiões. Historiadores e teólogos concordam que a outrora poderosa Roma poderia ser revivida como uma confederação de 10 nações. Podemos ter certeza de que haverá um governo mundial unificado formado durante a Tribulação. Existem indícios de movimento em direção a esse objetivo hoje.


O Passado Prenuncia o Futuro

Em 10 de janeiro de 1920, a Liga das Nações surgiu como a primeira organização mundial intergovernamental. Originalmente projetada para incluir 32 nações, seu propósito era prevenir outra guerra mundial por meio do desarmamento, segurança coletiva e diálogo intergovernamental. O presidente Woodrow Wilson foi laureado com o Prêmio Nobel por seu papel como arquiteto-chefe da Liga.

No entanto, o Senado dos Estados Unidos optou por não se juntar à Liga, preocupado com a soberania americana. E sabemos que a Liga das Nações não conseguiu evitar outro conflito global. Adolf Hitler, com a ambição de dominar a Europa e depois o mundo, mergulhou a humanidade em outra Guerra Mundial. Curiosamente, o plano de Hitler incluía um Reich (reino ou império) de mil anos, imitando o futuro reinado milenar de Jesus Cristo. E o Holocausto que ele impôs aos judeus foi um prelúdio enigmático para Apocalipse 12 - representando a tentativa de Satanás de iniciar prematuramente a Tribulação e seu reinado na Terra.

Depois do término do conflito em 1945, Winston Churchill propôs a criação dos "Estados Unidos da Europa" - sua perspectiva para o futuro da Europa e para a paz global. Em 25 de março de 1957, França, Alemanha Ocidental, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo assinaram o Tratado de Roma, estabelecendo a Comunidade Econômica Europeia (CEE), ou o Mercado Comum Europeu. Atualmente, o que é conhecido como União Europeia conta com 27 nações.

Ademais, as Nações Unidas se transformaram em uma burocracia exagerada e arrogante que busca ampliar seu domínio sobre todas as nações e indivíduos do planeta.


Nunca Deixe Uma Crise Ser Desperdiçada

Quando a pandemia da Covid chegou, os atuais e antigos líderes mundiais emitiram apelos para um sistema de governança global. Tony Blair, Gordon Brown e o antigo secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, apelaram aos esforços unidos das nações do G-20, da ONU, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial para garantir os direitos humanos, a solidariedade, e a justiça, estimulando a nossa responsabilidade partilhada como cidadãos globais.

Atualmente, Ban Ki Moon é vice-presidente dos “The Elders” > (informação no link em inglês), um grupo independente de líderes internacionais que trabalham juntos pela paz, justiça e direitos humanos. Entre a sua agenda global está a cooperação multilateral entre as nações, a paz, a cobertura universal de saúde e o combate às alterações climáticas, rumo à justiça para todos.

Um ator relativamente novo no cenário global juntou-se a essa articulação. Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, tem reunido as elites globais todos os anos desde 1971 na cidade de Davos, na Suíça. Durante a crise da Covid, Schwaub disse: “A pandemia representa uma janela de oportunidade rara, mas estreita, para refletir, reimaginar e redefinir o nosso mundo”, e isso ficou conhecido como o Grande Reset.

Então, que catalisador poderia catapultar as nações do mundo para um acordo tão unificado? Que emergência global ou situação planetária seria tão grave, tão aguda, tão devastadora e tão impactante que motivaria os líderes das nações a deixarem de lado as suas diferenças e conflitos passados? O que os moveriam a dissolver essencialmente as suas fronteiras, unindo a economia global e os objetivos comuns para se tornarem um só? O que ou quem os unirá?

A resposta para a Covid pode ser um prenúncio do que está para vir. A verdadeira agenda, de acordo com o Fórum Econômico Mundial e o Fundo Monetário Internacional, são as alterações climáticas, a igualdade econômica e a justiça social. Porém, como isso funcionaria na prática? Poderia envolver essencialmente um tipo de adoração ao planeta, a destruição do capitalismo, e o abandono do sistema de fé judaico-cristão, que se colocariam no caminho de uma nova ordem mundial.

Isso tudo são apenas questões superficiais que mascaram uma agenda ainda mais profunda e tenebrosa que nos foi profetizada. 


Salmos 2:1-6 Bíblia de Jerusalém:

O drama messiânico 1Por que as nações se amotinam, e os povos meditam em vão? 2Os reis da terra se insurgem, e, unidos, os príncipes conspiram contra Iahweh e contra o seu Messias: 3"Rebentemos seus grilhões, sacudamos de nós suas algemas!" 4O que habita nos céus ri, o Senhor se diverte à custa deles. 5E depois lhes fala com ira, confundindo os com seu furor: 6"Fui eu que consagrei o meu rei sobre Sião, minha montanha sagrada!"


Sim, um governo mundial único composto por dez nações parece estar em formação, surgindo no horizonte, e os líderes políticos influenciados pelos poderes malignos perseguem avidamente esse objetivo profético.



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