23 outubro, 2023

A Escatologia e a Geopolítica nas Escrituras – Parte 3




Escatologia Também é Geopolítica.

As escatologias Pietistas e Quietistas assumem erroneamente que a Bíblia é um livro apolítico. Daniel e Apocalipse dizem o contrário. As visões escatológicas, que são mais populares entre os cristãos instruídos hoje em dia, infelizmente, tendem a ser incrivelmente abstratas e claramente apolíticas.

Não é difícil perceber por que alguns cristãos modernos podem pensar que a escatologia é uma questão de espiritualidade interior sem implicações geopolíticas. Os proponentes dessa afirmação parecem sentir que é de alguma forma irreverente, ou algum tipo de rebaixamento do status da Bíblia, ler a escatologia sob a ótica geopolítica. Alguns, por exemplo, defendem a leitura esotérica de certas passagens do Apocalipse ao declarar que “o Apocalipse não é um livro sobre política; é um livro sobre a Aliança”.

Esta afirmação soa muito piedosa, mas o que realmente significa? Será que um cristão do primeiro século, especialmente um cristão judeu, esperaria que a Aliança fosse apolítica?

Alguns teólogos rejeitam aqueles que leem Apocalipse 18:11-24 - uma lista de bens comercializados na Grande Cidade descrita em Apocalipse 17-19, como sendo de natureza econômica. Dizem, que é evidente, que João não está “descrevendo algo sobre o PIB” da Grande Cidade. Mas por que, em princípio, João não poderia comentar questões monetárias numa profecia? A passagem em questão também não faz referência a desastres astrológicos, grandes feras ou outros motivos apocalípticos tipicamente figurativos. Em vez disso, descreve comerciantes que lamentam a queda de um império mundial e o consequente declínio do comércio global. Será tão inadmissível, que uma profecia de natureza econômica tenha um significado econômico robusto?

Outros teólogos procedem de maneira semelhante com seus próprios comentários, descartando a ideia de que a linguagem militar no Apocalipse se refere a batalhas militares reais. Dizem que pensar que as batalhas militares do Apocalipse são reais seria tão ruim quanto supor que “o monstro que surge do mar é uma criatura física real com cabeça, chifres” e assim por diante.

A suposição de todos esses comentadores parece ser que, se virmos algum significado geopolítico prático nas profecias escatológicas, isso manchará a Bíblia. Para esses comentadores modernos, é um axioma da escatologia que se trata de piedade interior, isolada dos assuntos do mundo.

Embora esse princípio seja por vezes associado ao termo “amilenialismo”, esse rótulo muitas vezes é inútil, pois parece carecer de uma definição consistente nas discussões sobre escatologia. Consequentemente, será empregado aqui o termo “pietismo” para se referir ao princípio de que a escatologia é estrita ou amplamente não geopolítica.

 

A Escatologia é Perfeitamente Interpretada Através da Perspectiva Política.

Uma leitura de bom senso das profecias escatológicas, nos seus próprios termos, não se presta ao pietismo. A narrativa de Apocalipse 17-20 está repleta de linguagem geopolítica. Descreve a queda de uma cidade que fica sobre “muitas águas” e que governa “povos, multidões, nações e línguas”. Esse poder imperial é chamado de “a grande cidade que tem domínio sobre os reis da terra”. Quando a cidade pega fogo, todos os mercadores do mar gritam: “Que cidade era semelhante à grande cidade?”

Não há indícios de que essa cidade seja uma entidade espiritual invisível, ou que sofrerá um colapso espiritual invisível. O Apocalipse descreve um cataclismo público e fumegante que mudará a ordem política e econômica mundial. As lamentações dos mercadores marítimos seriam um detalhe estranho a ser incluído se o Apocalipse estivesse apenas descrevendo algum tipo de batalha invisível de espíritos.

Como Daniel, Apocalipse inclui símbolos e comentários angélicos. Isto é importante – porque são as explicações dos anjos, e não apenas os símbolos em si, que são geopolíticas. Em Apocalipse 17:18, por exemplo, um anjo afirma: “a mulher que viste é a grande cidade que tem domínio sobre os reis da Terra”. A Grande Prostituta é figurativa, mas representa uma entidade geopolítica real.

Tornar todos esses eventos essencialmente espirituais significaria, que o conteúdo do Apocalipse está oculto sob múltiplas camadas de linguagem figurada. Para aqueles que adotam a visão pietista, os símbolos do Apocalipse são figurativos, e as interpretações literais desses símbolos também são figurativas. Não há como interpretar o Apocalipse dessa forma sem sobrecarregar a nossa leitura com uma pesada presunção de pietismo que é estranha ao próprio texto.


Deveríamos Considerar que a Escatologia Fosse Geopolítica...

Se o pietismo é importado de outros lugares para Apocalipse e Daniel, de onde ele vem? A ideia de que a religião deve ser isolada dos assuntos mundanos certamente estaria presente em algumas teologias não cristãs, como o gnosticismo ou a visão de mundo do Bhagavad Gita. Da mesma forma, no Ocidente pós-iluminista, é comum pensar que a religião deve ser confinada à esfera privada, uma visão que certamente se presta ao pietismo. No entanto, é difícil ver como alguém, abordando a Bíblia nos seus próprios termos, obteria o pietismo das Escrituras.

A Bíblia é um livro geopolítico. Reis e Crônicas, entre outros textos, estão repletos de histórias de intrigas judiciais e de impérios mundiais em ascensão e queda. Da mesma forma, parte do livro de Atos é um drama jurídico no qual o apóstolo Paulo deve fazer valer seus direitos legais, como em Atos 22, e navegar pela política faccional, como em Atos 23. Lucas, que escreveu seu Evangelho e Atos, evidentemente não achava que o Evangelho de Jesus Cristo fosse maculado pela inclusão de narrativas jurídicas e políticas em sua obra.

Um dos outros textos elementares da Bíblia sobre escatologia, Daniel 2, é totalmente geopolítico. Em Daniel 2, Daniel interpreta um sonho em que Nabucodonosor vê uma estátua composta por quatro componentes. Uma pedra então aparece milagrosamente, quebra o ídolo em pedaços e então se transforma em um grande monte. Daniel interpreta as quatro partes dessa estátua como uma série de “reinos”, que se sucedem. Ele explica diretamente que o primeiro reino é o império de Nabucodonosor, ou Império Babilônico. Em Daniel 2:44, Daniel conclui que “o Deus do céu estabelecerá um reino que nunca será destruído e despedaçará todos esses reinos e os destruirá, e subsistirá para sempre”.

Essa identificação do primeiro reino com o Império Babilônico diz-nos duas coisas importantes sobre o alcance do sonho de Nabucodonosor. Primeiro, os quatro reinos do sonho são poderes geopolíticos reais, e não forças demoníacas abstratas. Em segundo lugar, os eventos que Daniel descreve não são ocorrências espirituais vagas que acontecem além da nossa experiência cotidiana. Babilônia não entrou em colapso apenas espiritualmente: foi derrubada física e violentamente por Ciro.

Intuitivamente, os próximos três impérios são os Impérios Persa, Helenístico e Romano. Esse foi o entendimento de vários pensadores antigos, incluindo Josefo, Hipólito, Jerônimo e Teodoreto de Ciro. Tal como o Império Babilônico, esses três impérios posteriores sofreram, cada um, uma dissolução geopolítica cataclísmica, e não apenas um colapso espiritual.

Outro texto bíblico elementar sobre escatologia, Daniel 7, também é geopolítico. Esse capítulo descreve o domínio dado a uma série de quatro animais. O comentário angélico explica claramente que os quatro animais representam “reinos”. Essas bestas são paralelas aos componentes da estátua em Daniel 2, e são tradicionalmente consideradas como representando os quatro impérios mundiais listados acima: os impérios Babilônico, Persa, Helenístico e Romano. Jerônimo, de fato, chama isso de “a interpretação tradicional de todos os comentaristas da igreja cristã”.


O Apocalipse Lida com a Mesma Narrativa de Daniel.

Daniel 7 apresenta um problema particular para os pietistas, já que a linguagem de Apocalipse 20:11-15 permanece em paralelo inspirador com Daniel 7:9-11. A audiência de João estaria intimamente familiarizada com Daniel, e esses paralelos teriam sinalizado para eles que Apocalipse 20 está discutindo os mesmos eventos que Daniel discutiu. Segue-se que, se Daniel 7 tem conotação geopolítica, então, Apocalipse 19-20 também tem conotação geopolítica.

Daniel 7 descreve o Ancião de Dias tomando “seu assento”, “livros” de julgamento sendo abertos e uma besta sendo “entregue para ser queimada no fogo”. Apocalipse 20 descreve uma figura, aparentemente o Pai, sentado em um grande trono branco, “livros” de julgamento sendo abertos e a Morte e o Inferno sendo lançados em um lago de fogo.

A simetria de Apocalipse com Daniel brilha ainda mais gloriosamente quando consideramos Daniel 2. Daniel 2:44-45 enfatiza poderosamente que a destruição política do quarto império é claramente seguida por um período de domínio dos santos. Esse domínio é uma negação afirmativa da sequência de impérios mundiais: o reino dos santos “destruirá todos esses reinos e porá fim a eles, e permanecerá para sempre”. Da mesma forma, Apocalipse 20 afirma que, após a destruição da Grande Cidade de Apocalipse 17-19, será dado domínio aos santos - os mártires “ressuscitarão e reinarão com Cristo durante mil anos”.

Isso significa, que as narrativas de Daniel e Apocalipse permanecem paralelas e juntas iluminam a mesma sequência de eventos: quatro impérios mundiais sucedem-se um ao outro. O quarto império, a Grande Cidade, choca o mundo com a sua queda. A queda da Grande Cidade é seguida por um período milenar de domínio dos santos, que é uma negação do domínio imperial. Em algum momento após o término desse período, ocorre a Última Ressurreição e o Juízo Final.

Daniel 2:44-45, especialmente, deixa os pietistas sem nenhuma maneira de separar as duas narrativas de Daniel e Apocalipse. Tanto em Daniel 2:44-45 como em Apocalipse 17-20, o domínio dos santos segue-se ao colapso de um império final. Trata-se inevitavelmente da mesma ocorrência e, portanto, os dois livros transmitem o mesmo drama. Além da linguagem diretamente política do Apocalipse, a narrativa política em Daniel refuta o pietismo: o Apocalipse é político.

O Império Babilônico e o seu colapso foram claramente físicos. Como é que, quando chegarmos ao colapso do Quarto Império e ao estabelecimento do reino de Deus em Daniel 2:44, estaremos em território puramente espiritual e não físico? Isso seria simplesmente uma abstração "ad hoc" a serviço de objetivos pietistas.


Existem Razões Apologéticas Fundamentais para Considerar que a Escatologia Contém Singularidades Geopolíticas.

N.T.Wright > (informação no link em inglês), considerado por muitos o estudioso do Novo Testamento mais importante da atualidade, minimiza os esforços para identificar a Grande Cidade, dizendo que fazê-lo proporcionaria pouco consolo espiritual aos cristãos. “Os impérios vêm e os impérios vão; é um consolo saber que esse ou aquele grande sistema será… substituído por outro que pode ser ainda pior.”

Um problema com esse argumento é que as profecias têm significado apologético independente. O teste deuteronômico da autenticidade de um profeta é se suas profecias são cumpridas: "Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele". (Deuteronômio 18:22). Da mesma forma, as profecias cumpridas são demonstrações da providência de Deus.


Flávio Josefo, em "História dos Hebreus", colocou isso muito bem em seu comentário sobre Daniel:

“Esse grande profeta deu também notícia do império de Roma e da extrema desolação a que reduziria o nosso país. Deus lhe tornou patentes todas essas coisas, e ele as deixou por escrito para serem admiradas pelos que lhe vissem os efeitos, para mostrar os favores que recebera dEle e para confundir os erros dos epicureus, que, em vez de adorarem a Providência, dizem que Ele não se importa com os interesses deste mundo e que a terra não é conservada nem governada por essa suprema Essência, igualmente bem-aventurada, incorruptível e onipotente, mas subsiste por si mesma. Se eles considerassem verdade o que dizem, ver-se-iam logo perecendo como um navio que, não tendo piloto, é batido pela tempestade ou como um carro sem condutor, que é arrastado pelos cavalos. Não pode haver melhor prova que as profecias de Daniel para nos fazer constatar a loucura de quem não aceita que Deus tenha cuidado com o que se passa sobre a terra. Pois se tudo o que acontece no mundo é por acaso, como explicar o cumprimento de todas essas profecias? Julguei meu dever relatar tudo isso conforme o que encontrei nos Livros Santos, mas deixo a cada qual liberdade para ter outras opiniões ou acreditar no que quiser.”


Além disso, Daniel - ao contrário de N.T. Wright - parece preocupar-se muito com essa identificação específica. Em Daniel 2, somos informados diretamente que o primeiro dos quatro impérios é a Babilônia. Em Daniel 7, Daniel “desejava saber a verdade sobre o quarto animal” e recebe mais informações sobre sua identidade. Na profecia distinta, mas relacionada, de Daniel 8, o anjo Gabriel diz a Daniel: “Quanto ao carneiro que viste com dois chifres, estes são os reis da Média e da Pérsia. E o bode é o rei da Grécia.” As preocupações do apóstolo João e do profeta Daniel são simplesmente muito diferentes das preocupações de muitos comentaristas de hoje em dia.


Diferentemente do Quietismo, a Igreja é uma Protagonista da Escatologia.

O pietismo também está associado a uma convicção separada que pode ser chamada de quietismo. Em geral, os quietistas afirmam que a Igreja não tem qualquer papel político ativo nos acontecimentos escatológicos. Em vez disso, a igreja quietista essencialmente observa mansamente e ora enquanto Deus jurisdiciona unilateralmente a narrativa profética. Em vez de participar do drama, a igreja observa o drama da escatologia como se fosse projetado numa tela.

O quietismo é ainda mais reprimido quando adotamos a identificação tradicional dos quatro impérios mundiais. O registo bíblico e histórico mostra que, de fato, o povo de Deus teve um papel afirmativo no desafio a esses poderes.

Sob a Pérsia, o restabelecimento da Judeia não foi conseguido apenas através da paciência, mas através da defesa política na corte persa em Susã, como em Neemias 1-2, e por vezes através do desafio aberto a leis injustas, como em Esdras 4-5. Sob os selêucidas, os judeus derrubaram militarmente a hegemonia cultural cosmopolita de Antíoco IV. Finalmente, a igreja cristã desempenhou um papel ativo na ruptura do sistema romano de opressão - um papel sintetizado na Batalha do Frígido.


A Batalha do Frígido Significa o Triunfo da Igreja Sobre um Império Secular.

Se a igreja hoje tivesse uma base razoável na sua própria história, a Batalha do Frígido seria bem conhecida entre os cristãos. Em 394 DC, grande parte da aristocracia de Roma ainda era pagã. O usurpador imperial ocidental Eugênio – embora nominalmente cristão – procurou reunir o apoio deles para a sua causa. Para esse fim, ele restaurou o Altar da Vitória pagã em Roma e financiou a reabertura de templos pagãos. O imperador oriental Teodósio, então um cristão sério sob a influência do doutor da igreja, Ambrósio de Milão, marchou contra ele.

Embora Eugênio parecesse preparado para vencer a batalha, Teodósio orou fervorosamente pela vitória. Suas orações foram respondidas em Frígido, na atual Eslovênia, quando um vento feroz atingiu as tropas ocidentais durante a batalha. A vitória cristã no Frígido, alcançada através da coparticipação ativa dos cristãos no plano de Deus, extinguiu decisivamente o império pagão e colocou a igreja numa base segura para os próximos mil anos.

Num sermão sobre o Salmo 36, o próprio Ambrósio abordou longamente a batalha, fazendo três comentários importantes que contrariam o quietismo.

Primeiro, Ambrósio disse que Teodósio agiu como um “príncipe inocente que confiava no Senhor”. Por outras palavras, o uso da força armada por Teodósio não significava que lhe faltasse confiança em Deus: significava que o povo de Deus era um agente ativo da vontade de Deus.

Em segundo lugar, Ambrósio referiu-se às forças romanas cristãs na batalha como “o povo santo de Deus”. Ambrósio não atribuiu uma separação pós-iluminista entre a Igreja e o Estado: as forças orientais agiam principalmente como membros da Igreja.

Em terceiro lugar, Ambrósio atribuiu diretamente a vitória de Teodósio à intervenção milagrosa de Deus: “(os ocidentais) não conseguiram sustentar o ataque feito contra eles pelos ventos… Os seus corações falharam, pois sabiam que Deus estava lutando contra eles.” Deus, portanto, tem um interesse ativo na participação da igreja na geopolítica, e intercede em nome da igreja. Ambrósio também não relegou a geopolítica ao Antigo Testamento, dando à Judeia um papel ativo, e à igreja cristã um papel quietista.


As Batalhas Representadas no Apocalipse São Mais do que Imagens.

E o argumento de N.T. Wright de que, se enxergamos um combate genuíno no Apocalipse, isso é como pensar que “o monstro que surge do mar é uma criatura física real?”. É claro que, se pensarmos que Apocalipse descreve a mesma narrativa de Daniel, esperaríamos que uma besta apocalíptica fosse um símbolo. Mas esperaríamos que fosse um símbolo da dura realidade política.

Curiosamente, o comentário de N.T. Wright não aborda o paralelo entre Apocalipse 20:8-9 e Daniel 7:9-11, ou de outra forma integram Daniel com Apocalipse 17-22. Dada a natureza completamente geopolítica de Daniel, pode ser que um pietista comprometido não tenha outra escolha senão subestimar Daniel ao ler Apocalipse.

Mais importante ainda, o próprio Apocalipse afirma que os seus símbolos representam forças geopolíticas: “a mulher que viste é a grande cidade que tem domínio sobre os reis da Terra”, e ela está sentada sobre “muitas águas” que “são povos e multidões e nações e línguas.” Na história da humanidade, a dissolução de forças geopolíticas reais envolve batalhas reais. A queda do Império Babilônico certamente envolveu batalhas reais. Na verdade, a Bíblia prefigurou essas batalhas com detalhes impressionantes.

O chamado do anjo para “todos os pássaros que voam diretamente sobre nós” é mais um sinal de que a política do mundo real está sendo discutida no mundo sobrenatural. A Bíblia expressa frequentemente a condenação de Deus a governantes específicos e injustos com profecias anunciando que serão devorados pelas aves dos céus e pelos cães dos campos. Isto acontece com a Casa de Jeroboão, a Casa de Baasa e a Casa de Onri. Notoriamente, a rainha da dinastia Omride, Jezabel, foi literalmente comida por cães depois que Elias e Eliseu ordenaram uma revolução literal contra ela.



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